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Escolher um assunto para escrever, para mim, sempre é a parte mais difícil. É como estar diante do bifê de saladas de uma churrascaria daquelas de alta qualidade, onde tem tanta variedade que a gente não consegue decidir o que colocar no prato. O resultado é um prato de pedreiro. Me sinto assim, tantos são os assuntos sobre os quais gostaria de falar.

Em se tratando de uma coluna para um site de jornalismo cultural, cujo tema é de escolha livre, fiquei perdida até a última hora. Não conseguia escolher. Filme? Livro? Lugar? Acontecimento? Mania? Gente? Por fim, com o apito do dead-line tocando na minha cabeça, e junto com ele minha vaga como colunista no site que para mim é uma honra poder participar, resolvi escrever sobre o fim-de-semana. Segue o link do texto, direto do portal.

O aniversário mais triste de São Paulo

Para quem quiser acompanhar, meu nome (Débora Carvalho) está à esquerda, na seção Colunas.

Essa mês recebi um convite super especial (13/01). E claro que aceitei, pois não sou nenhuma idiota de rejeitar algo bacana. O Julio Daio Borges, do site Digestivo Cultural, convidou-me para ser colunista. Não é o máximo? Estou me achando. Só preciso aprender a me organizar, pois também já recebi convite do Café & Revista (para escrever sobre empreendedorismo e cultura) e do Guia da Semana (para escrever sobre passeios). A tendência é ser um tanto relapsa quando sou eu quem precisa escolher o tema sozinha. Acho que sinto falta de me pedirem para escrever sobre isto ou aquilo. Mas vou conseguir. Este ano vou conseguir atender os três sites. É uma meta. Assunto sei que não falta, né? É só sentar e escrever… os dedos correm no teclado.

É muito gostoso ter seu trabalho reconhecido. Se recebi o convite é porque realmente gostaram do meu texto, né? É um troféu para quem, como eu, deseja escrever desde que se entende por gente. Preciso é jogar a preguiça fora e começar a escrever mais e mais.

Quem quiser dar uma força, é só me enviar sugestões de assuntos. Nisso sou boa como editora, pois penso, por exemplo, numa edição completa de revista ou jornal. Para artigos avulsos e de temas livres, parece que me falta disciplina.

Estou muito feliz com essa oportunidade de crescimento.

Meu resultado: Realista

Parabéns! Você sabe se alimentar muito bem e entende que reeducação alimentar é um hábito de vida. Por isso, você se controla quando deve, sem ficar neurótica em relação ao assunto, e não faz da sua despensa um verdadeiro depósito de guloseimas. Muito bem, você é super balanceada!

O teste está na matéria “A dieta da gestante“, do portal Bolsa de Mulher. Tanto a matéria quanto o teste são legais.

Meu resultado: Dona do próprio nariz

Você é independente, determinada e tem uma boa dose de ousadia. Com a sua garra, responsabilidade e força de vontade, não há quem te segure. É, você leva jeito para o empreendedorismo! Já pensou no seu negócio? Sucesso!

Bolsa de Mulher

conversa-de-bebes

- E aí, véio?

- Beleza, cara?

- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

- Quer conversar sobre isso?

- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

- Como assim?

- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

- Nunca.

- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?

- Como assim, véio?

- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

- Tipo o quê?

- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

- Caramba! Mas por que ela fez isso?

- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

- E sabe a Francisca ali da esquina?

- A Dona Chica? Sei sim.

- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.

- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.

- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.

- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Fonte: recebi por e-mail, sem o nome do autor.

2006 >> Chanel confirma: Microvestido agora é elegante : “…e fez da mulher Chanel uma moça que é chique mostrando as pernocas”.

No dia 22 de outubro  a estudante Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada pelos alunos da sua universidade, a Uniban. Dos detalhes, todos já estamos a par, pois o ocorrido foi e tem sido amplamente discutido pela mídia – tanto em jornais quanto em programas abertos a debates e entrevistas.

Quem está certo e quem está errado? – Cada um tem uma opinião. Mas, se a gente for pensar na raíz do problema, o cerne da questão está no regulamento da instituição. O que aconteceu foi o resultado da ausência de regras da Uniban.

Digo isso com experiência de causa – só que ao contrário. Estudei em uma instituição que definia muito bem os limites dos alunos – desde o tipo de roupas e acessórios proibidos, ao linguajar. Do Fundamental II à faculdade de comunicação, estudei numa instituição confessional – a Rede de Educação Adventista. Não nos era permitido pintar as unhas com esmaltes de cores fortes, nem o uso de maquiagem forte, joias e bijuterias. O uso do uniforme era rigorosamente fiscalizado. Até mesmo o tamanho da saia das garotas. No máximo quatro dedos acima dos joelhos. As monitoras ficavam de olho e mandavam as mais “safadinhas” desenrolarem a saia sempre que viam. Às vezes não adiantava, porque elas desenrolavam na frente dela e lá na frente enrolavam de novo, especialmente na saída do colégio. Mas aí já estavam fora dos portões…

Na faculdade, o Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo, as regras também eram bem definidas. Nada de tecidos transparentes, nem blusas ou vestido de alcinha. Saia no máximo quatro dedos acima do joelho. Nada de mini-blusas.  Mulheres não podiam usar shorts, mas podiam usar bermuda no joelho. Meninos também podiam assistir as aulas com bermudas no joelho. Nada de camiseta regata nem de desfilar sem camisa. No caso da faculdade, não era proibido ouso de maquiagem ou joias e bijuterias. O linguajar também era fiscalizado, sob pena de advertencia e tal. Nada de palavras de baixo calão.

Fora isso, também não era permitido o uso de álcool, cigarro… nem de som (música) não autorizada.

Me lembro que, num período, perdi muito peso. Estava com 51 kg – quando o normal era 55. Um dia, vesti uma saia jeans e uma blusinha. Como sempre, o jeans, ao sair do varal, fica mais justo e depois laceia um pouco. Foi o que aconteceu com a saia que ficou caindo. Eu puxava toda hora mas não adiantava. Uns dois ou três dedos da minha barriga/cintura apareciam enquanto andava. Um dos diretores viu e pediu que uma secretária viesse falar comigo. No final da tarde, educadamente ela me chamou e disse: “Olha, eu sei que você sempre se veste adequadamente, mas me pediram para falar com você para tomar um pouco de cuidado com alguns tipos de blusa que às vezes, sem querer, acabam mostrando a barriga. Não é por nada não, mas um dos diretores viu e me pediu para conversar com você. Você é muito bonita e isso também pode gerar comentários, você sabe. Até porque você ocupa uma função importante como assistente do coordenador do Curso de Comunicação.”  Eu pedi desculpas e expliquei que foi sem querer, que foi pelo fato de ter perdido peso e que quando me vesti estava tudo ok, mas no meio da tarde a saia ficou mais larga e caindo – o que não acontecia antes.  Não me senti insultada nem nada. A moça foi muito educada. E veio falar comigo, ao invés de saírem falando mal de mim pelas costas. E minha função realmente exigia que eu desse exemplo.

Se a Geisy estudasse em uma instituição com regras definidas dessa maneira, jamais teria sofrido a humilhação que sofreu. Na condição de mulher, acho que posso dizer que ela é meio sem noção. Não sou nenhuma feia para que alguém diga que tenho é inveja do “corpão” dela. Pelo contrário. Quem me conhece sabe… (rs). Mas a faculdade em nada ajudou a garota nessa sua falta de “bom senso” com o vestuário.

Me lembrei agora de uma das aulas de comunicação, estudando os textos de Guy Debord sobre ideologia. Me lembro de alguns parágrafos esclarecedores sobre a moda, o feminismo e a onda de transformar a mulher em objeto sexual, objeto de desejo – sem o menor pudor. E isso estava sendo feito de tal forma que a mulherada imaginava que esta era se libertando da opressão e se fazendo livre para vestir o que quisesse, expor o seu corpo da maneira que bem entendesse, sem imaginar que na verdade estava era apenas se escravizando de outra maneira e consciensiosamente. E hoje, vemos garotas como a Geisy Arruda – escravas da “gostosura”, dessa coisa de “chamar a atenção dos homens”, de “mexer com o imaginário feminino”. E pior, achando que o vulgar é normal, rotineiro e pronto. Nos comentários da jovem Geisy, podemos perceber que ela está dominada por essa ideologia. “Sempre me vesti assim e os homens sempre elogiaram, chamavam de gostosa… é algo rotineiro pra mim.” – Agora, que mensagem ela quer passar com sua roupa? “Me respeitem” ou “pode vir que a festa é aqui?” Cada lugar tem sua roupa apropriada. Ninguém vai ao Fórum de biquini nem de camisola. Nem à igreja. Faculdade não é balada. Nem praia.

A reação coletiva foi realmente assustadora. Nem que a garota estivesse totalmente pelada isso poderia ter acontecido. Mas, de fato,  se a Uniban não tinha regras explícitas sobre o tipo de vestuário adequado, não poderia, em momento algum, acusar a garota de ferir os bons costumes e a descência.

E eu fico pensando: por mais chatas que sejam as regras e normas, é para isso que elas servem. Para evitar o caos. Para permitir a convivência de forma pacífica.

Também fui aluna da Universidade Anhembi-Morumbi. Algumas garotas também vão às aulas com decotes no umbigo, com microshorts, microsaias jeans… e também já ouvi comentários sobre esse não ser o tipo de roupa adequado para uma sala de aula, que é falta de respeito e tal. Não posso deixar de concordar. Não vivemos mais no tempo da opressão exagerada, quando mulheres não podiam nem usar calça comprida. Mas o bom senso ainda é bem-vindo. O respeito também.

Aí eu lembro de algumas dicas que sempre vejo em programas sobre moda… como o Esquadrão da Moda no SBT. Outro dia a cantora Claudia Leite indicou a cantora Stéfhany Absoluta para o programa. Na hora de defender seu guarda-roupa cafona, ela vestiu uma calça jeans super apertada, partindo a região íntima ao meio, com um top e um colete curto.  Fiorentini perguntou que mensagem ela queria passar com aquela roupa, na balada:

Fiquem longe, me respeitem? Ou, Pode vir que a festa é aqui?

Não sei!!!” – Respondeu Stéfhany, com tom assustado e sincero.

Pobre garota. Ela realmente não sabia. Acho que esse também é o caso da Arruda.

Acho que tá na hora da televisão parar de mostrar mulher pelada e ensinar a gente a se vestir e passar uma imagem adequada. Como a Fiorentini sempre diz, a roupa passa uma imagem. Que imagem a gente quer passar? O que temos vestido? Assim como nosso linguajar é importante, o modo como tratamos as pessoas, a maquiagem, a profissão… a roupa também.

Tomara que a Geisy e todas nós possamos aprender algo bom com essa história toda. Intolerância, não. Bom senso, sim.

E mais. É importante ter cuidado com o que os modistas apregoam. Como no início do texto… só porque a Chanel acha chique o microvestido, não significa que ele não significa mais a intenção de se expor. Se a intenção não é se expor, nada de microvestido. Claro que ninguém precisa ficar cafona como algumas religiões exigem… proibindo até hoje o uso de calça e outras coisas que nada têm a ver com a “decência”. Chega de preconceito. Vamos estudar o tema, refletir e dar espaço à harmonia, beleza e respeito. – Claro, isso vale para quem quer respeito.

Outros textos sobre o tema:

Qual o limite entre a sensualidade e a vulgaridade?

A intolerância e o vestidinho indefectível


Bolsa de Mulher

Nove dicas para acabar com as celulites e ainda ficar mais saudável

Teste: você sabe combater a celulite?

Meu resultado: Expert

Parabéns! Você sabe tudo sobre celulite – um passo importantíssimo para mantê-la bem longe do seu corpinho. Por isso mesmo, sabe que deve praticar atividades físicas regularmente, beber cerca de oito copos de água por dia e manter gorduras, açúcares e carboidratos longe do cardápio diário. Continue assim e você verá ótimos resultados!

Ahã. Só que existe uma longa distância entre saber e praticar.

Encontrei essa matéria motivadora no Bolsa de Mulher. Resolvi compartilhar.

A celulite atinge quase 90% das mulheres (sejam gordinhas, magrinhas ou normais) e é causada pelo aumento do tecido gorduroso sob a pele, acarretando alterações na microcirculação e consequente aumento do tecido fibroso.

Pode crer. Lembra de uma época em que a mídia falou um monte de algumas celulites encontradas na Gisele Bündchen? Agora me vêm à mente a exposição que esses vestidos soltinhos, de malha, fazem. Mostram todas as celulites… cuidado com certos tipos de tecido!! Pior é que o Jeans esconde e provoca celulite.

Dieta nelas!

Sendo um processo inflamatório, ela vai piorando com o tempo e a falta de cuidado. E a alimentação é fator determinante para piorar ou amenizar os quadros de celulite. Uma dieta desintoxicante, que inclua muitas frutas frescas, verduras e legumes pode ajudar no processo anti-inflamatório dos tecidos. Importante também é deixar de lado chá preto, mate, café e álcool. Tudo isso sempre aliado a atividades físicas, claro.

Veja os estágios da celulite

Para ajudar você nessa batalha, preparamos nove dicas valiosas:

  1. Diminua o consumo de gordura, como frituras, queijos amarelos, frios, creme de leite, maionese e sorvetes cremosos.
  2. Invista em alimentos com ações desintoxicante e diurética, como o abacaxi.
  3. Combine hortaliças temperadas com azeite, limão ou outros temperos picantes (salsa, cebolinha, manjericão ou gengibre ralado), pois melhora a circulação de líquidos no corpo.
  4. A centelha asiática e castanha-da-índia estimulam a circulação cutânea, reduzem a inflamação e diminuem a retenção de líquidos, auxiliando na eliminação de toxinas sob a pele.
  5. O colágeno é uma proteína cuja principal função é dar sustentação e firmeza ao tecido muscular. Além disso, é responsável também pela elasticidade da pele. Por isso, inclua alimentos ricos em colágeno (gelatina light/diet, carnes magras) em sua alimentação.
  6. Adote dieta com menor teor de carboidrato (evitando massas, pães, doces, açúcares, chocolates, bebidas alcoólicas).
  7. Refrigerantes, mesmo os diet, contêm sais que podem reter líquidos, não exagere. Prefira água, limonada c/ adoçante, ou sucos diet bem diluídos (um dedo de suco na diluição normal e o resto do copo de água).
  8. Cuidado com as barrinhas de cereais que são ricas em carboidratos.
  9. Risque o fumo de sua vida! É veneno puro para o corpo e aliado da celulite. A circulação sanguínea da pele, gordura e músculos e a eliminação de metabólitos ficam extremamente prejudicadas e causam um aspecto de flacidez geral.

E o que você desconfiava, mas não tinha certeza, é a pura verdade. Homens não têm tendência a ter celulite. Isso acontece porque, nas mulheres, a camada subcutânea de gordura está organizada em canais verticais, que permitem acumular mais gordura. Neles, os canais são diagonais e em pequenas unidades, acumulando menos células adiposas.

Fiz um teste interessante no portal M de Mulher. Se quiser fazer também… clique aqui.

Meu resultado: Impressionante

Você causa impacto sem forçar. É muito comum as pessoas quererem saber mais e mais de você. Mérito da sua afiada intuição, que a ajuda a captar e a se adequar rapidinho às intenções alheias. Assim, sabe exatamente onde, quando e como ser ousada. Verdadeira craque em mostrar interesse pelo outro e depois recuar na medida para deixá-lo intrigado!

Áries é individualista e tem um forte instinto de sobrevivência. Está associado a tudo o que se inicia, uma vez que é o primeiro signo do Zodíaco. Dá à personalidade uma natureza dinâmica, impulsiva, e favorece o desempenho de funções que requerem iniciativas. Liderança, prontidão e ações rápidas. Tem a tendência a deixar pelo caminho muita coisa inacabada. Ânimo para iniciar novas conquistas e explorar novos horizontes.

Voltados para os relacionamentos, levam profundamente em consideração o que os outros precisam e querem. Não gostam de ficar sozinhos, sentindo-se perdidos quando forçados a contar somente consigo mesmos. Suas ações expressam graça e beleza associadas a um forte senso de justiça.

Você é daqueles que evita se ligar a pessoas melosas, dramáticas ou emocionalmente exigentes. Liberdade e autonomia são as suas marcas: você prefere se sentir ligado a grupos e amigos do que a situações mais íntimas. Mostra-se frio e distante quando alguém vai até você em busca de carinho e intimidade. Cair fora de uma situação ou de um relacionamento é mais fácil do que tentar consertar ou resolver.


Sabe quando você quer muito uma coisa, mas fica torcendo para que quando for passar o cartão dê recusado só para vc não ter que levar de verdade? Pois é… só que se o cartão aprova, não tem mais jeito. A compra já foi efetuada. É assim que me sinto… Tudo culpa do Wagner (http://debcaroli.wordpress.com/2009/08/31/riviera/)! Agora falta a fatura chegar. E esse momento será na hora do parto! Socorro!!!

Quando o Wagner ficou falando que eu estava muito chata e que podia estar grávida, falei que chato estava ele. Só que eu passei duas semanas sentindo cólicas (pontadas) distantes uma da outra, e nada de menstruar. Daí ele me trouxe um teste para tirar a dúvida. Eu achei que ia dar negativo, como sempre.

Apareceu o primeiro risquinho…

Apareceu o segundo risquinho… e eu dei um grito!

Isso foi na sexta passada, às 7h40. Comecei a chorar e tremer. Meus ossos doiam. O motivo eu não sei. Mas me senti em um brinquedo do Hopi Hari… como descendo da torre Eifel do parque. Um frio na barriga enorme…

Fui ao médico na segunda. Ele disse que precisava confirmar a gravidez com uma ultrassom… e que meu útero é virado para traz. Pode? Estou grávida de 4 a 5 semanas. Confirmei com ultrassom ontem no final da tarde. Já tem um saquinho de células dentro de mim. Eu senti vontade de chorar, mas me distraí com as imagens e explicações sobre cada pedacinho dentro de mim. É bem interessante!

Ah, e também não posso transar. Logo agora que estava transando todo dia… cheia de fogo!! Que sinistro! Achava que isso fosse coisa de gente antiga… mas o médico moderno também nos colocou de castigo.

Não sei se é psicológico, mas ontem comecei a ter os primeiros enjoos. Hoje ainda estou enjoada. E tomando ácido fólico e buscopan.

Que coisa maluca! Eu, mãe? Já estava sentindo vontade de ter um filho (não de ficar grávida). Chegou a minha vez! Que Deus esteja comigo!

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