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Portal Imprensa:  O diploma, os monges e o gato

Já dei aulas para mais de mil alunos. Uma de minhas ex-alunas é a moça do tempo. Ela proclama todos os dias se eu preciso ou não levar um guarda-chuva ao trabalho ou se vai ter sol. Bonita, a moça do tempo fala também em frentes frias, no vento polar e efeito estufa. Essa moça do tempo, eu nunca me esqueço, uma vez me entregou um trabalho de 25 páginas plagiado da internet. Seu método de pesquisa foi o Ctrl c + Ctrl v. Levou zero, chorou, reclamou. Hoje ela me informa se vai chover ou não. Eu nunca acredito.

Portal Imprensa: Carta aos jornalistas com diploma

Mas também deveríamos estrilar quando jornalistas com diploma usam o ofício para alcançar fama, poder e privilégios. Ou quando jornalistas incompetentes são utilizados pelas empresas para qual trabalham em negócios editoriais mal explicados. Atentem que isso não se relaciona ao diploma. Isso tem a ver com caráter. Eu não tive aulas de caráter na faculdade. Eu tive aulas de caráter ao pé de um túmulo e, sobretudo, com meu pai, nas lições de astronomia, geologia e zootecnia que me deu.

O Lago: Jornalistas diplomados e carteiras profissionais

Depois desta decisão as universidades terão que ser mais competitivas e fornecer os melhores cursos, assegurando que os seus graduados são os melhores que podem haver; e os jornalistas com diploma terão que ter orgulho nele, são profissionais certificados. A questão real é: quem vai definir o padrão exigido para o bom jornalismo?

Mobile Multitude:  Como o Twitter pode história no dia em que todos se tornam jornalistas

A Comunicação e o jornalismo são importantes demais para serem ‘exclusivas’ de um grupo de ‘profissionais’.

Webmariano: O fim do diploma e o começo de outro jornalismo

No quesito categoria profissional, o fim do diploma também traz consigo a oportunidade histórica de, finalmente, reunir os jornalistas numa categoria de verdade.

Vanguarda:  O que altera na vida das empresas, ou do jornalista? Há muita precipitação! Guilherme Barra diz:

1ª – à época de O Estado do ParáA Província do Pará Folha do Norte, em sua maioria os jornalistas eram escritores, poetas, contistas, sem formação superior, no máximo, alguns exerciam o magistério como professores de curso primário ou técnico. Eram muito bons jornalistas…

Observatório da Imprensa: Desregulamentação abre desafio de reorganização

Se usarmos a argumentação anarquista sobre caos para tentar propor alternativas (e entender) ao processo de desregulamentação da profissão de jornalista, cujo tiro de misericórdia foi dado há algumas semanas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), poderemos enxergar um pouco além do momento de desordem e desencanto por que passamos todos que investimos nas academias universitárias como locus de legitimação de um saber e de aprendizado de uma práxis para o exercício profissional em jornalismo.

Saiba como aproveitar talos e folhas de verduras, para fazer um pão barato e nutritivo. Clique aqui e acesse a receita no blog do Fernando Galacine: JE Informa

 


Muito engraçado essa coisa toda… é bem generalizado, mas me vejo nessa descrição. E também vejo ele.  O grande barato é que meus namorados sempre foram de Leão, Sagitário e Áries. Meu marido foi o único Geminiano – e o único de signo diferente. E todos eram muito parecidos no jeito de ser.  (Bolsa de Mulher)

Eu combino com gêmeos

Veja o que diz sobre Gêmeos combinar com Áries

 

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

Teste: Dúvidas com a escolha da profissão?

Meu resultado: 

Comunicação e Artes

Com facilidade para comunicar ideias e sentimentos, você gosta de influenciar e encantar outras pessoas. Gosta também de conversar, expor opiniões e ouvir o que os outros têm a dizer. Livros, música e artes em geral o atraem. Possíveis opções de carreira: Jornalismo, Publicidade, Artes Cênicas, Artes Plásticas.

Nota: Jornalismo em primeiro lugar, como sempre. Hehe.

A fazenda

A curiosidade me levou a dar uma conferida em A Fazenda, hoje. Mas o programa é indigesto. Sem criatividade, péssima apresentação. O Brito Jr está se queimando ali. Muito sem graça. O participantes parecem estar ali obrigados, como se estivessem de castigo, pagando mico. E a enrolação, repeteco de informações.. Argh! Odiei! Muito pior do que o BBB.

Não combina nada a Cris Couto, que era do Café Filosófico (TV Cultura), colocando uma coisa tão sem graça num pedestal, como se fosse a coisa mais espetacular. Um verdadeiro micão! Me senti desrespeitada como telespectadora que sou.

Saí de casa 6h da manhã e ainda estava escuro. Nem consegui fazer a leitura diária que faço no ponto de ônibus. Passei os 15 minutos de espera do ônibus meditando. Até que foi interessante. Na faculdade foi uma loucura.

No trem, ouvi um papo legal de um senhor cabeça branca e blusa vermelha. Depois do anúncio de que pedir esmolas era atividade ilegal e que não deveríamos incentivar, ele começou a dizer que não via problema em pedir dinheiro – que o cara até podia ganhar uma graninha e que a gente só dava se queria. “Mas é melhor mesmo quem vende. Naqueles dias de calor, a criança morrendo de sede e passa o cara vendendo água. É bom. Não devia ser proibido. E o cara tá correndo atrás, não tá pedindo esmola.” 

Me deu vontade de entrar na conversa e concordar. Vender acho que pode. Pedir esmolas já é mais constrangedor.

Mas não pude deixar de continuar atenta à conversa. De repente começaram a falar do Lula, da Crise…. “No Brasil a crise não tá tão feia como lá fora. Tudo bem que aqui algumas pessoas se deram mal, mas lá fora tá muito pior. O que tem de gente voltando pro Brasil. E o Lula tá lá, veio mostrar a que veio. Eu sou véio, tenho 65 anos. Eu posso dizer quem foi presidente bom e quem foi ruim. E o Lula batalhou e chegou lá. Ele é um exemplo.” 

É, sabendo que o cara tem 65 anos, quem sou eu para emitir uma opinião de comparação entre os presidentes? Quando o Tancredo Neves morreu eu tinha 6 anos de idade.

Cara, demorei 1h20 de casa até a faculdade. É muito tempo para ficar pensando, lendo ou ouvindo conversas alheias. haha

No retorno, encontrei uma colega de classe de outra faculdade, a Gisele Camargo. Garota linda, talentosa, inteligente. Ficamos falando das deficiências das universidades e o mercado de trabalho, da falsidade dos colegas de trabalho, da incompetência dos chefes…. hahaha – foi bom encontrá-la.

Esqueci de mencionar que retirei na biblioteca o livro Luz, Câmera, Ação. Comecei a ler e me pareceu ser aquele tipo de leitura artística. Palavras dispostas de forma tão deliciosa para ler, que vou devorar o livro. Depois conto mais detalhes sobre o autor.

Agora, algo me chocou antes de chegar no terminal Capelinha. À minha direita, duas irmãs morenas, lindas, sozinhas no banco. Com uma mochila de carrinho rosa, fedidas que ardia a alma. descabeladas, imundas como mendigas. E lindas. Deu vontade de pegar a menorzinha pra criar. Elas cantavam, brigavam, riam…. e, de repente, chamam o pai para descer porque está chegando. O sujeito estava dormindo no banco à minha frente, também imundo e fedorento. E as garotas disseram pra ele que tinham que comprar lápis de cor para fazer a lição. 

Eu fiquei sem entender. Elas estudavam? Moravam na rua? Na favela? Porque estavam tão imundas e sem cuidados básicos? Fediam aqueles caras que se mijam e assim ficam por semanas e meses.

E elas eram lindas. Bem poderiam estar na capa de uma revista, ou quem sabe, no Pergunta pra Maysa.

Outro dia eu fiquei revoltada com um cara que pedia esmolas no ônibus. Mal acabara de sentar no ônibus a caminho de casa, e um sujeito alto, bem alto, jovem, entregava papeis de caderno rasgados, escrito: Peço ajuda. Eu peguei todas as moedas que tinha comigo e dei ao rapaz – pois sempre me dói ver alguém necessitado. Só não dou nada quando realmente estou só com o bilhete único.

Mas o sujeito nem olhou na minha cara. Não disse obrigado. Pegou as 13 moedas e pronto, do mesmo jeito que pegou o papel de quem não deu nada. Aquila atitude me partiu o coração.

Hoje, agora na ida, mas na mesma linha de ônibus, o mesmo sujeito começou a distribuir os papéis sujos e amassados, rasgados. Quando ele foi me entregar, eu não peguei. E eu tinha algumas moedas sim, confesso. Mas não senti vontade de dar. E teria feito se ele ao menos tivesse agradecido ou olhado para mim com um sorriso, sei lá. Qualquer coisa ligada a gratidão.

Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

 

Eu fiz, no link http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml 

Resultado
Foto: Divulgação
“O alquimista”, de Paulo Coelho
Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.
“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

 

Meu Resultado

“O alquimista”, de Paulo Coelho

Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.

“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

Minhas Considerações:

Concordo com o resultado… embora nunca tenha lido esse livro e tenha convicções religiosas contra o misticismo e ocultismo – embora ache fascinante. O teste é reflexivo. Tem que pensar bem e fazer uma autoanálise antes de escolher as alternativas. Bem interessante.

 

“…no fim o sol surgiu e bateu direto nos meus olhos como uma medalha de ouro.” Win Hof

Discovery Channel – 16/04/2009

The Real Supermans and tue quest for the future fantastic
(Os super humanos e a busca por um futuro fantástico)
The Iceman 

Essa história passou no Discovery Channel em 16 de abril de 2009. O homem de gelo. Fiquei tonta só de assistir.

Um garoto chamado Win Hof, quase morreu de frio quando tinha 7 anos. A caminho da escola, Win quase congelou. “Eu sentei na varanda de uma casa e então eu adormeci. O frio me tocou como um inimigo. Foi o meu primeiro contato com o frio. E eu fiquei deitado lá até que a ambulância veio e me levou ao hospital. E se ninguém tivesse me encontrado eu teria morrido. É a morte branca”, conta.

Mas o frio não matou Win. Ele o transformou num homem que adora baixas temperaturas. Essa atração de Win ao frio lhe mostrou seu super poder. A habilidade de aumentar sua temperatura corporal nas condições mais severas. Desde então, o pacato carteiro tem uma identidade secreta: The Ice Men. “Depois de treinar e praticar, descobri que temos um tipo de termostato aqui (na mente). E sei como controlá-lo. Não com a mão, mas com a mente”, afirma Win. Quando descobriu seu talento a ideia era fazer coisas incríveis. Mas agora o frio se tornou uma necessidade. “Todos os problemas que tenho no dia a dia desaparecem quando faço isso. O frio, quer dizer, me expor ao frio é uma força que me purifica, uma força que me limpa”, diz Win.

O Dr. Juha Oksa – Cold Physiologist, diz que conhece a história de Win, e que é muito interessante. “Mas talvez ele tenha genes que permitem que ele se aclimate de tal maneira que ele não sinta tanta dor quanto outras pessoas. Então isso depende de como é a sua genética.” Graças à habilidade genética de aumentar a sua temperatura corporal, Win realizou feitos incríveis. Ele foi o único homem capaz de submergir seu corpo inteiro no gelo por uma hora e dez minutos. E bateu o maior Record mundial como o homem que percorreu a maior distancia de nado sobre o gelo sem tubo de oxigênio e vestindo apenas shorts: 57 metros e meio.

Para aperfeiçoar esse super poder, Win tem o costume de se trancar em uma câmara frigorífica. (A cena é bizarra: ele agachado e a peças de boi em volta).

O documentário acompanhou passo a passo os preparativos para o teste mais radical do seu poder. Um feito tão insano que ninguém jamais ousou tentar. Uma coisa nova, mais do que incrível. “Quero correr meia maratona descalço no inverno, na Lapônia, depois do círculo polar.” (Tem sentido uma coisa dessas?) O responsável por fazer testes físicos foi o Dr. Juha Oksa – Cold Physiologist. Ele queria ver como era a reação de Win quando exposto a temperaturas baixas. “Isso vai ser bem difícil”, disse o doutor que tinha dúvidas em relação aos poderes de Win. Ele foi examinado pelo microscópio do Dr. Oksa (Finnish institute of occupational health), um fisiologista especializado em frio. Para ter certeza, ele preparou testes extremos. “Se Win não reagir bem aos testes, seu sonho de correr meia maratona sobre o gelo e a neve pode estar em risco.”

Win entrou em um tipo de aquário com água a 8 graus. Depois de um minuto e meio dentro da água gelada, o batimento cardíaco era de 51 batidas por minutos – o que é muito baixo, segundo o dr. Oksa. Ao ser questionado sobre como se sentia, a resposta foi “neutro, pouco frio, sem dor, formigando um pouquinho na região dos ombros. Dormência, não.

“Quando Win submergiu em água a 8 graus ele não ficou ofegante e isso não é muito comum. A reação de uma pessoa comum é ficar ofegante quando exposta a baixas temperaturas”, explicou o dr. Oksa. Depois de 7 minutos, uma pessoa comum estaria com tanta dor que estaria prestes a desmaiar. “Mas até agora a sua resposta metabólica está bastante baixa. Por enquanto, ficar aí não está sendo nenhum problema pra você”, brincou Oksa. Nessa etapa, Win se concentrou para acessar seu termostato interno e fez o que só ele consegue fazer: se aquecer. Sua temperatura corporal chegou a 37.2 graus, cerca de 0,3 graus a mais do que quando entrou na água. “Você tem uma ótima adaptação”, disse o doutor.

Depois de 15 minutos, a maioria das pessoas estaria tremendo tremendamente, e com dificuldades para pensar. E falar seria quase impossível. Mas Win começa a conversar. – Dr. Oksa, me fale quais são seus hobbies?. Depois de 25 minutos uma pessoa comum estaria inconsciente. Ela não estaria mais tremendo e estaria parecendo morta. Mas Win não sentia dor, apenas um pouco de formigamento. Nada de dormência, e apenas tremendo um pouco. A temperatura baixou para 36,5 graus. Então o dr. Oksa parou o teste.

Depois de incríveis 25 minutos de exposição, Win provou a extensão de seu super poder. Ele consegue controlar sua temperatura corporal . Sua resposta metabólica é muito boa e ele tem a capacidade de produzir calor com muita eficiência. O Dr. Oksa admitiu que essa corrida que seria suicídio para uma pessoa normal, Win poderia tirar de letra. “Win tem grande chance de conseguir. Eu acho que vai dar tudo certo”, disse.

Finalmente em Lepland (Lapônia), a 200 km ao norte do círculo Polar Ártico. Poucos lugares são tão gélidos e inóspitos. Temperatura a 26 graus negativos no mês de janeiro. Paisagem desértica. Win se concentra para estabelecer um Record mundial. Ele queria  ser o primeiro homem a correr meia maratona descalço sobre o gelo e a neve. São 22 km de loucura. E ele reconhece: “Você pode até dizer que o que eu faço é flutuar para a morte. E quem acha que isso é loucura, está completamente certo”. (Também acho).

Em dois minutos de corrida ele percorreu meio quilometro e a temperatura estava 14 graus negativos. Depois de correr 15 minutos na neve, uma pessoa comum não conseguiria suportar a dor nos pés. Depois de 20 minutos, o efeito do gelo no sistema neuromuscular faria com que a pessoa não conseguisse ficar em pé.

E depois de uma hora, uma pessoa comum ficaria inconsciente. Depois de 7 km, Win começou a perder a corrida para o tempo. Talvez seus super-poderes tenham um limite. Sua habilidade de controlar a temperatura corporal talvez não seja suficiente para evitar que seus pés sofram a ação do frio. Win ainda tem que correr quatro quilômetros. Seu pé, duro e muito branco. A enfermeira disse que estava muito feio e que não poderia garantir nem prometer nada. – Tem certeza que quer continuar? – Tenho, claro, vou terminar. Você quem sabe, Win. A decisão é sua. Mas eu não garanto nada. Tá pronto pra assumir esse risco? – Estou. Fui.

Win percorreu 15 km em uma hora e 45 minutos, 16 graus negativos. E não é que o homem correu descalço sobre o gelo há mais de uma hora, sem queimadura ou lesões. Sem hipotermia e nem sentia dor. Ele realmente tem o poder de viver no frio suportando temperaturas baixas que custariam a vida de outros. Ele resiste fazendo com que seu corpo se aqueça. 21 km, 200 m. 2h10 minutos, 18 graus negativos.

Faltando menos de um quilômetros para Win Hof concluir a meia maratona no círculo polar ártico, ele avistou a linha de chegada e gritou: – Eu vou conseguir! É a medalha de ouro. Sol. Sol. Sol. Haha.

Win Hof estabeleceu um Record mundial. Ele é o primeiro homem da história a correr descalço meia maratona sobre o gelo. – No fim o sol surgiu e bateu direto nos meus olhos como uma medalha de ouro. Olha lá. (e a vista do sol era linda mesmo, amarela como o ouro entre umas montanhas) Aquela é a medalha de ouro. É. Uau!

Que história! Como algumas pessoas têm determinação para fazer coisas assim, que para mim são tão sem sentido! E que incrível essa capacidade de não morrer! Será que ele é um mutante?