Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘família’ Category

Escolher um assunto para escrever, para mim, sempre é a parte mais difícil. É como estar diante do bifê de saladas de uma churrascaria daquelas de alta qualidade, onde tem tanta variedade que a gente não consegue decidir o que colocar no prato. O resultado é um prato de pedreiro. Me sinto assim, tantos são os assuntos sobre os quais gostaria de falar.

Em se tratando de uma coluna para um site de jornalismo cultural, cujo tema é de escolha livre, fiquei perdida até a última hora. Não conseguia escolher. Filme? Livro? Lugar? Acontecimento? Mania? Gente? Por fim, com o apito do dead-line tocando na minha cabeça, e junto com ele minha vaga como colunista no site que para mim é uma honra poder participar, resolvi escrever sobre o fim-de-semana. Segue o link do texto, direto do portal.

O aniversário mais triste de São Paulo

Para quem quiser acompanhar, meu nome (Débora Carvalho) está à esquerda, na seção Colunas.

Read Full Post »

conversa-de-bebes

– E aí, véio?

– Beleza, cara?

– Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

– Quer conversar sobre isso?

– É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

– Como assim?

– Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

– Nunca.

– Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

– Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

– Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?

– Como assim, véio?

– Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

– Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

– Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

– Tipo o quê?

– Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

– Caramba! Mas por que ela fez isso?

– Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

– Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

– E sabe a Francisca ali da esquina?

– A Dona Chica? Sei sim.

– Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

– Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

– Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

– Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

– Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.

– Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.

– É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.

– Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

– Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Fonte: recebi por e-mail, sem o nome do autor.

Read Full Post »

2006 >> Chanel confirma: Microvestido agora é elegante : “…e fez da mulher Chanel uma moça que é chique mostrando as pernocas”.

No dia 22 de outubro  a estudante Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada pelos alunos da sua universidade, a Uniban. Dos detalhes, todos já estamos a par, pois o ocorrido foi e tem sido amplamente discutido pela mídia – tanto em jornais quanto em programas abertos a debates e entrevistas.

Quem está certo e quem está errado? – Cada um tem uma opinião. Mas, se a gente for pensar na raíz do problema, o cerne da questão está no regulamento da instituição. O que aconteceu foi o resultado da ausência de regras da Uniban.

Digo isso com experiência de causa – só que ao contrário. Estudei em uma instituição que definia muito bem os limites dos alunos – desde o tipo de roupas e acessórios proibidos, ao linguajar. Do Fundamental II à faculdade de comunicação, estudei numa instituição confessional – a Rede de Educação Adventista. Não nos era permitido pintar as unhas com esmaltes de cores fortes, nem o uso de maquiagem forte, joias e bijuterias. O uso do uniforme era rigorosamente fiscalizado. Até mesmo o tamanho da saia das garotas. No máximo quatro dedos acima dos joelhos. As monitoras ficavam de olho e mandavam as mais “safadinhas” desenrolarem a saia sempre que viam. Às vezes não adiantava, porque elas desenrolavam na frente dela e lá na frente enrolavam de novo, especialmente na saída do colégio. Mas aí já estavam fora dos portões…

Na faculdade, o Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo, as regras também eram bem definidas. Nada de tecidos transparentes, nem blusas ou vestido de alcinha. Saia no máximo quatro dedos acima do joelho. Nada de mini-blusas.  Mulheres não podiam usar shorts, mas podiam usar bermuda no joelho. Meninos também podiam assistir as aulas com bermudas no joelho. Nada de camiseta regata nem de desfilar sem camisa. No caso da faculdade, não era proibido ouso de maquiagem ou joias e bijuterias. O linguajar também era fiscalizado, sob pena de advertencia e tal. Nada de palavras de baixo calão.

Fora isso, também não era permitido o uso de álcool, cigarro… nem de som (música) não autorizada.

Me lembro que, num período, perdi muito peso. Estava com 51 kg – quando o normal era 55. Um dia, vesti uma saia jeans e uma blusinha. Como sempre, o jeans, ao sair do varal, fica mais justo e depois laceia um pouco. Foi o que aconteceu com a saia que ficou caindo. Eu puxava toda hora mas não adiantava. Uns dois ou três dedos da minha barriga/cintura apareciam enquanto andava. Um dos diretores viu e pediu que uma secretária viesse falar comigo. No final da tarde, educadamente ela me chamou e disse: “Olha, eu sei que você sempre se veste adequadamente, mas me pediram para falar com você para tomar um pouco de cuidado com alguns tipos de blusa que às vezes, sem querer, acabam mostrando a barriga. Não é por nada não, mas um dos diretores viu e me pediu para conversar com você. Você é muito bonita e isso também pode gerar comentários, você sabe. Até porque você ocupa uma função importante como assistente do coordenador do Curso de Comunicação.”  Eu pedi desculpas e expliquei que foi sem querer, que foi pelo fato de ter perdido peso e que quando me vesti estava tudo ok, mas no meio da tarde a saia ficou mais larga e caindo – o que não acontecia antes.  Não me senti insultada nem nada. A moça foi muito educada. E veio falar comigo, ao invés de saírem falando mal de mim pelas costas. E minha função realmente exigia que eu desse exemplo.

Se a Geisy estudasse em uma instituição com regras definidas dessa maneira, jamais teria sofrido a humilhação que sofreu. Na condição de mulher, acho que posso dizer que ela é meio sem noção. Não sou nenhuma feia para que alguém diga que tenho é inveja do “corpão” dela. Pelo contrário. Quem me conhece sabe… (rs). Mas a faculdade em nada ajudou a garota nessa sua falta de “bom senso” com o vestuário.

Me lembrei agora de uma das aulas de comunicação, estudando os textos de Guy Debord sobre ideologia. Me lembro de alguns parágrafos esclarecedores sobre a moda, o feminismo e a onda de transformar a mulher em objeto sexual, objeto de desejo – sem o menor pudor. E isso estava sendo feito de tal forma que a mulherada imaginava que esta era se libertando da opressão e se fazendo livre para vestir o que quisesse, expor o seu corpo da maneira que bem entendesse, sem imaginar que na verdade estava era apenas se escravizando de outra maneira e consciensiosamente. E hoje, vemos garotas como a Geisy Arruda – escravas da “gostosura”, dessa coisa de “chamar a atenção dos homens”, de “mexer com o imaginário feminino”. E pior, achando que o vulgar é normal, rotineiro e pronto. Nos comentários da jovem Geisy, podemos perceber que ela está dominada por essa ideologia. “Sempre me vesti assim e os homens sempre elogiaram, chamavam de gostosa… é algo rotineiro pra mim.” – Agora, que mensagem ela quer passar com sua roupa? “Me respeitem” ou “pode vir que a festa é aqui?” Cada lugar tem sua roupa apropriada. Ninguém vai ao Fórum de biquini nem de camisola. Nem à igreja. Faculdade não é balada. Nem praia.

A reação coletiva foi realmente assustadora. Nem que a garota estivesse totalmente pelada isso poderia ter acontecido. Mas, de fato,  se a Uniban não tinha regras explícitas sobre o tipo de vestuário adequado, não poderia, em momento algum, acusar a garota de ferir os bons costumes e a descência.

E eu fico pensando: por mais chatas que sejam as regras e normas, é para isso que elas servem. Para evitar o caos. Para permitir a convivência de forma pacífica.

Também fui aluna da Universidade Anhembi-Morumbi. Algumas garotas também vão às aulas com decotes no umbigo, com microshorts, microsaias jeans… e também já ouvi comentários sobre esse não ser o tipo de roupa adequado para uma sala de aula, que é falta de respeito e tal. Não posso deixar de concordar. Não vivemos mais no tempo da opressão exagerada, quando mulheres não podiam nem usar calça comprida. Mas o bom senso ainda é bem-vindo. O respeito também.

Aí eu lembro de algumas dicas que sempre vejo em programas sobre moda… como o Esquadrão da Moda no SBT. Outro dia a cantora Claudia Leite indicou a cantora Stéfhany Absoluta para o programa. Na hora de defender seu guarda-roupa cafona, ela vestiu uma calça jeans super apertada, partindo a região íntima ao meio, com um top e um colete curto.  Fiorentini perguntou que mensagem ela queria passar com aquela roupa, na balada:

Fiquem longe, me respeitem? Ou, Pode vir que a festa é aqui?

Não sei!!!” – Respondeu Stéfhany, com tom assustado e sincero.

Pobre garota. Ela realmente não sabia. Acho que esse também é o caso da Arruda.

Acho que tá na hora da televisão parar de mostrar mulher pelada e ensinar a gente a se vestir e passar uma imagem adequada. Como a Fiorentini sempre diz, a roupa passa uma imagem. Que imagem a gente quer passar? O que temos vestido? Assim como nosso linguajar é importante, o modo como tratamos as pessoas, a maquiagem, a profissão… a roupa também.

Tomara que a Geisy e todas nós possamos aprender algo bom com essa história toda. Intolerância, não. Bom senso, sim.

E mais. É importante ter cuidado com o que os modistas apregoam. Como no início do texto… só porque a Chanel acha chique o microvestido, não significa que ele não significa mais a intenção de se expor. Se a intenção não é se expor, nada de microvestido. Claro que ninguém precisa ficar cafona como algumas religiões exigem… proibindo até hoje o uso de calça e outras coisas que nada têm a ver com a “decência”. Chega de preconceito. Vamos estudar o tema, refletir e dar espaço à harmonia, beleza e respeito. – Claro, isso vale para quem quer respeito.

Outros textos sobre o tema:

Qual o limite entre a sensualidade e a vulgaridade?

A intolerância e o vestidinho indefectível


Read Full Post »

Em 2007, em uma apresentação de teatro infantil,  para pedir silêncio da garotada eu disse que tinha um homem dormindo no quarto atrás da porta, e que ele era muito bravo. Uma das alunas me cochichou:

Nossa! Então é melhor a gente ficar quieto. O meu pai também é bravo, sabia? Outro dia ele deu um soco na cara da minha mãe porque ela estava falando quando ele tava dormindo no sofá.

Em outra escola, ouvi o depoimento da diretora, que mostrou marcas de bitucas de cigarro e de colheres quentes na barriga, costas e braços de um garoto de 3 anos. Era o pai viciado em drogas quem fazia isso.

Então, hoje descubro o projeto Alô Vida. Qualquer pessoa pode denunciar a agressão sem se identificar, e ainda receber atendimento e orientação. O Alô Vida faz parte da Fundação Orsa e existe desde 2004. A notícia na TV foi pela inauguração da linha 0800 para chamadas gratuitas.

Alguns dados me chamaram a atenção. 10% das ligações são sobre denúncias de agressão infantil. O principal agressor é o pai, seguido do padrasto, avós, tios e mães.

Alguns sinais de alertasão alterações no comportamento, a criança ficar calada ou agressiva demais. E o uso de calças e mangas compridas mesmo no calor.

Não dá pra acreditar que em pleno século 21 aconteça esse tipo de coisa. Em todo caso, Quebrar o Silêncio é a única saída. Ah, o telefone: 0800 970 11 70

http://www.fundacaoorsa.org.br/web/pt/atuacao/direitos/alovida.htm

Também existe a Campanha Quebrando o Silêncio, ligada à educação e igreja adventista. http://www.quebrandoosilencio.org.br

Read Full Post »

Muito engraçado essa coisa toda… é bem generalizado, mas me vejo nessa descrição. E também vejo ele.  O grande barato é que meus namorados sempre foram de Leão, Sagitário e Áries. Meu marido foi o único Geminiano – e o único de signo diferente. E todos eram muito parecidos no jeito de ser.  (Bolsa de Mulher)

Eu combino com gêmeos

Veja o que diz sobre Gêmeos combinar com Áries

 

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

Read Full Post »

Saí de casa 6h da manhã e ainda estava escuro. Nem consegui fazer a leitura diária que faço no ponto de ônibus. Passei os 15 minutos de espera do ônibus meditando. Até que foi interessante. Na faculdade foi uma loucura.

No trem, ouvi um papo legal de um senhor cabeça branca e blusa vermelha. Depois do anúncio de que pedir esmolas era atividade ilegal e que não deveríamos incentivar, ele começou a dizer que não via problema em pedir dinheiro – que o cara até podia ganhar uma graninha e que a gente só dava se queria. “Mas é melhor mesmo quem vende. Naqueles dias de calor, a criança morrendo de sede e passa o cara vendendo água. É bom. Não devia ser proibido. E o cara tá correndo atrás, não tá pedindo esmola.” 

Me deu vontade de entrar na conversa e concordar. Vender acho que pode. Pedir esmolas já é mais constrangedor.

Mas não pude deixar de continuar atenta à conversa. De repente começaram a falar do Lula, da Crise…. “No Brasil a crise não tá tão feia como lá fora. Tudo bem que aqui algumas pessoas se deram mal, mas lá fora tá muito pior. O que tem de gente voltando pro Brasil. E o Lula tá lá, veio mostrar a que veio. Eu sou véio, tenho 65 anos. Eu posso dizer quem foi presidente bom e quem foi ruim. E o Lula batalhou e chegou lá. Ele é um exemplo.” 

É, sabendo que o cara tem 65 anos, quem sou eu para emitir uma opinião de comparação entre os presidentes? Quando o Tancredo Neves morreu eu tinha 6 anos de idade.

Cara, demorei 1h20 de casa até a faculdade. É muito tempo para ficar pensando, lendo ou ouvindo conversas alheias. haha

No retorno, encontrei uma colega de classe de outra faculdade, a Gisele Camargo. Garota linda, talentosa, inteligente. Ficamos falando das deficiências das universidades e o mercado de trabalho, da falsidade dos colegas de trabalho, da incompetência dos chefes…. hahaha – foi bom encontrá-la.

Esqueci de mencionar que retirei na biblioteca o livro Luz, Câmera, Ação. Comecei a ler e me pareceu ser aquele tipo de leitura artística. Palavras dispostas de forma tão deliciosa para ler, que vou devorar o livro. Depois conto mais detalhes sobre o autor.

Agora, algo me chocou antes de chegar no terminal Capelinha. À minha direita, duas irmãs morenas, lindas, sozinhas no banco. Com uma mochila de carrinho rosa, fedidas que ardia a alma. descabeladas, imundas como mendigas. E lindas. Deu vontade de pegar a menorzinha pra criar. Elas cantavam, brigavam, riam…. e, de repente, chamam o pai para descer porque está chegando. O sujeito estava dormindo no banco à minha frente, também imundo e fedorento. E as garotas disseram pra ele que tinham que comprar lápis de cor para fazer a lição. 

Eu fiquei sem entender. Elas estudavam? Moravam na rua? Na favela? Porque estavam tão imundas e sem cuidados básicos? Fediam aqueles caras que se mijam e assim ficam por semanas e meses.

E elas eram lindas. Bem poderiam estar na capa de uma revista, ou quem sabe, no Pergunta pra Maysa.

Read Full Post »

Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

 

Eu fiz, no link http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml 

Resultado
Foto: Divulgação
“O alquimista”, de Paulo Coelho
Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.
“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

 

Meu Resultado

“O alquimista”, de Paulo Coelho

Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.

“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

Minhas Considerações:

Concordo com o resultado… embora nunca tenha lido esse livro e tenha convicções religiosas contra o misticismo e ocultismo – embora ache fascinante. O teste é reflexivo. Tem que pensar bem e fazer uma autoanálise antes de escolher as alternativas. Bem interessante.

 

Read Full Post »

« Newer Posts