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Desde que tenha pago a Previdência para ter direito ao benefício
No curso de gestante que concluí na última quarta-feira, com a equipe do Albert Einstein que cuida da UBS aqui da rua onde moro, recebi a informação de que mulheres que foram demitidas no mesmo ano em que engravidaram, têm direito à licença maternidade remunerada pelo governo. Por um momento, pensei: “um dinheirinho a mais”, e em seguida: “mas deixa pra quem realmente precisa, né?”. Mas aí a enfermeira disse:

– O governo rouba tanto nossos impostos, por que não usar o benefício?

– É verdade. De qualquer forma a grana vai sumir – pensei.

Mas a enfermeira não sabia informar o tempo entre a demissão e a gravidez, nem o valor.

Hoje, deu na telha de pesquisar o assunto na internet, para verificar se a informação tinha procedência. E não é que tem?  E também descobri o que significa INSS – Instituto Nacional de Seguro Social. É o INSS quem paga o salário maternidade para seguradas da Previdência Social que foram demitidas, a pedido ou por justa causa, ou que deixaram de contribuir por até 36 meses e estão desempregadas. E isso também vale para quem adotar um filho.

Ah, eles chamam de período de graça esse período que garante a qualidade de segurada mesmo que ela não retorne ao trabalho ou recolha para a Previdência.  Esse “período de graça”, garantido pelo Decreto nº 6.122, assinado por Lula, pode ser de três, seis, 12, 24 ou 36 meses, dependendo do tempo de contribuição.

O valor varia conforme a média dos 12 últimos salários de contribuição, e para quem não contribui porque não quer, o valor do beneficio será de um salário mínimo.

O salário-maternidade é um direito previdenciário da mulher. A carência, para quem optou por contribuir de forma independente, é de dez contribuições.

Uma coisa que eu não sabia é que as empresas pagam o salário-maternidade às funcionárias, mas são ressarcidas pela Previdência Social.

Para requerer o benefício, a segurada desempregada deve ligar para o número 135 e agendar data e hora para ser atendida em uma das Agências da Previdência Social (APS) mais próximas de sua residência. Pelo 135, é possível obter informações complementares, como documentos necessários. Quando eu liguei, pediram o número do Cartão do Cidadão (número do trabalhador), e os documentos necessários para levar na Previdência são: xerox e original da certidão de nascimento do bebê, RG original da mãe, comprovante de residência e o número do agendamento que é passado por telefone. A carteira de trabalho não pediram por telefone, mas foi o primeiro documento que me pediram no local. Ainda bem que eu levei por precaução.

O desconto do INSS, das parcelas, é que é altíssimo. Mais de R$ 300 (no meu caso).

ACS/MPS: (61) 3317-5009/5139/5113

Fonte: Notícias da Previdência Social – 10/10/2007

Matéria no site da Previdência

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Estou surpresa por hoje ter conseguido assistir as aulas direitinho. Na aula de Blog, a professora deu os parâmetros para se desenvolver um projeto editorial, e disse que um blogueiro parceiro do Terra ganha de 7 a 10 mil reais/mês. Teve um montão de gente que se animou. A aula foi boa para confirmar o que eu já sabia por intuição sobre o que é um projeto gráfico – só que de forma mais sistemática e rechada de linguiça e mais linguiça.

Já a aula de TV foi uma extensão do que o meu amigo Christian Binemann já havia me ensinado, sobre os 4 tipos de notas para TV.

O que cansa também é o jeito das professoras falarem. A de blog parece uma metralhadora gritando, falando rápido demais sem se dar conta se a gente conseguiu absorver. E a de TV também fala gritando, e repetindo. E parece que TV é sinônimo de Rede Globo.  Será que a Globo paga algum subsídio para a Anhembi?

Está tudo no Blog www.lentesdeaprendiz.wordpress.com

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Proposta solicitada por Marcelo – para 4 textos:
a) Aconteceu comigo – Passar para linguagem jornalística (R$ 50 a 150, conforme a qualidade do texto enviado)
b) Fidelidade – Passar para linguagem jornalística (R$ 50 a 150 conforme a qualidade do texto enviado)
c) Produzir um artigo próprio (R$ 200)
d) Produzir uma matéria jornalística própria (R$ 200 a 400 – conforme tamanho e complexidade – pela tabela, seria R$ 520 cada página de duas laudas).
Valores conversados via Messenger:
Valor fixo pela média  R$ 100 – para equilibrar quando o texto fosse mais ou menos complexo e R$ 250 por artigo e/ou matéria própria.  (Total R$ 700,00)
Proposta oferecida por mim, antes da reunião com Rafael:
R$ 300 em dinheiro + um anúncio.
Em troca, ofereci:
Produção dos itens acima (2 edições + 2 produções), + revisão  geral do texto + edição de títulos, subtítulos, olhos e legendas + produção/sugestões de pautas.
Marcelo disse que o sócio respondeu: “vamos fechar agora” – e marcou  reunião para Rafael me conhecer.
Na reunião com Rafael:
Rafael diz que devo ser editora e produtora de toda a revista. “Nós queremos crescer, vender assinaturas. Para isso precisamos dar um upgrade no conteúdo da revista e quem vai fazer isso é você. Mas você tem que me dar um preço porque eu não posso dizer quanto custa o seu trabalho.”
No supetão, peço R$ 600 em dinheiro + um anúncio. Rafael responde: você está pedindo o dobro porque o trabalho vai ser o dobro.
Eu respondo: Na verdade o trabalho vai ser mais que o dobro.
Rafael intima: R$ 500 + o anúncio em permuta.
Nada foi mencionado sobre ser meio anúncio por nenhuma das partes. A hipótese de ser meio anúncio sequer passou pela minha cabeça, dada a natureza do trabalho. Na opção anterior, sim, mas na opção final, para mim era óbvio que a permuta acompanhava os honorários e o aumento do trabalho, proporcionalmente. O contrato não foi feito discriminando os valores totais do serviço.
Meu raciocínio foi o seguinte, conforme os dados que eu já havia verificado pela tabela de anúncios: R$ (1.800 X 6) / 2 = 900. Com 25% de desconto = R$ 675 (desconto de R$ 225 por parcela ou R$ 450 por anúncio). Meus honorários, por edição, seriam  o anúncio sem desconto. Ou seja, o valor do nosso contrato seria R$ 1.850,00 por edição. Quer dizer que eu teria direito a um anúncio sem desconto, e o valor referente aos 25% de desconto oferecido o contrato de 6 edições (anual), eu receberia em dinheiro. No momento me pareceu razoável, mesmo sem ter noção da dimensão do trabalho – visto que estou iniciando meu negócio e não disponho de capital financeiro para investir em publicidade dessa forma. (Utilizo network e internet).
Fiquei muito surpresa quando o Rafael, depois de tanto tempo, vem comentar e informar, pela primeira vez de forma oficial, que o anúncio era meia página. Isso significa:
R$ (1.050,00 x 6) /2 = R$ 525. Com 25% de desconto = R$ 393,75 (R$ 135 por parcela ou R$ 270 por anúncio). Meus honorários por edição seriam, dessa forma, R$ 1.050 (em permuta)  + R$ 500 (em dinheiro) = 1.550 (sem considerar os descontos), ou R$ (787,5 + 500) R$ 1.287,50 (considerando os descontos oferecidos para contratos de um ano). Esse valor significa R$ 587 reais a mais do que R$ 700 que cobraria para editar e produzir os textos solicitados. Esse valor a mais ficaria por conta do serviço de revisão geral, edição de títulos, subtítulos, olhos e legendas, mais a produção e sugestões de pauta. (De acordo com a tabela, o valor por página de revista é R$ 104 para edição e R$ 33 para revisão. E a pauta com três contatos prévios R$ 200).
O dobro disso, dá R$ 2.575,00. Uma vez que o trabalho e a responsabilidade foram ampliadas, seria justo e óbvio a remuneração aumentar de forma proporcional, e não inversamente proporcional – tipo, você trabalha mais e eu te pago menos, concorda?
Não é razoável nem justo que a pessoa responsável por produzir todo o conteúdo de uma revista, com expertise capaz de dar um “upgrade” (leia-se linha editorial, identidade gráfica e de conteúdo) para que ela atinja qualidade que permita e gere receitas por assinaturas, receba como honorários valores inferiores a uma página inteira de anúncio, concorda? O salário inicial para o cargo de editor-chefe de uma revista é R$ 3 mil reais. E só vai aumentando conforme o retorno que esse editor consegue agregar em termos de conteúdo estratégico para atrair grandes anunciantes e conquistar os leitores. Seria algo em torno de 10 a 15% da receita do veículo – conforme as metas traçadas.
Na prática:
Todos os textos desta edição eram muito precários, realmente miseráveis em termos de nexo e coesão textual, linearidade e progressão da narrativa. O trabalho não era de edição do texto. Para conseguir editar e dar um mínimo de leitura, foi necessário reescrever tudo, adicionar dados (da minha própria bagagem sobre alguns temas) e até entrevistar novamente.
Também realizei trabalhos publicitários de edição e produção de texto publicitário, e até consultoria e atendimento a cliente. E ainda falta concluir um novo projeto gráfico, e definir no papel, de forma detalhada, a filosofia editorial, o perfil e a identidade da revista, para que ela combine com o nome “Mais Destaque”. Para isso, tenho realizado pesquisas com o público-alvo.
Pesquisas:
Realizei uma pesquisa com mais de 100 jovens onde foram confirmados algumas suposições a respeito do conteúdo e qualidade desse mesmo conteúdo. Muitos comentaram que a revista não tem identidade no conteúdo nem identidade visual. E a respeito das editorias e temas abordados, também se constatou que a MD precisa urgentemente reformular os assuntos abordados e a forma de abordagem.
Constatei que os jovens não lêem artigos. Se for de pastor, aí é que não lêem mesmo. Eles querem mais matérias com conteúdos diversos (que já foram passados por e-mail). Eles querem interatividade. Querem polêmica, depoimentos reais, histórias, personagens… resumindo: produção jornalística com assuntos que realmente os interessem. Não a opinião de uma só pessoa.
Diante disso, me adiantei e criei um novo blog (www.revistamaisdestaque.wordpress.com) e um perfil no Twitter @maisdestaque – onde quase diariamente tenho postado novidades do setor – coisas que poderão ser publicadas ou não, mas que criam um relacionamento com o público de futuros assinantes da revista. No Twitter já tem mais de 450 seguidores da MD. Isso nos coloca na vanguarda em relação à Casa Publicadora Brasileira.
Produzir um conteúdo que atenda às necessidades do público-alvo da revista, demanda investimento na produção do mesmo. Se o objetivo for produzir um veículo que gere receita por assinatura, subsidiado por anunciantes – o que é diferente de se ter uma revista só para anunciantes e de distribuição gratuita. Para gerar um conteúdo vendável, que alguém esteja disposto a pagar um real que seja por ele, vamos precisar investir muito mais tempo e energia, estudo e planejamento do conteúdo – e não simplesmente ir copiando e colando textos ruins que ninguém quer ler. Eu acredito que se algo merece ser publicado, merece ser lido. Se não será lido, para que publicar?
Nos últimos 5 anos tenho me dedicado bastante ao estudo e prática de edição de conteúdo. Por isso, e diante das pesquisas que realizei, tenho plena convicção de que estou preparada para produzir o conteúdo que a MD precisa para crescer.
Para que esse trabalho gere os resultados desejados, é necessário que a receita permita que ele seja prioridade – em detrimento de outros possíveis clientes. O trabalho é sério, exige responsabilidade, profissionalismo, planejamento, metas, agenda e criatividade.
Os custos para a produção de conteúdo giram em torno de 20% da receita, sendo 10% para o salário do editor-chefe e os outros 10% divididos entre o salário dos repórteres, ilustradores e diagramadores que ganham menos.
Ainda precisamos criar um novo projeto gráfico. Dar as diretrizes para o conteúdo que os leitores desejam ler, conforme a pesquisa realizada. Negociar o abastecimento de conteúdo para o Twitter e do Blog – que são ferramentas de comunicação fundamentais para a interatividade com o público alvo da revista. Dá mais trabalho, gasta mais, porém, é o investimento necessário para alcançar seus objetivos e ambições para essa revista que tem todo o potencial para se tornar uma revista nacional com o conteúdo que importa na vida do jovem cristão.
A propósito, estou tirando CCM – então, em alguns dias poderei emitir nota fiscal – se precisarem.
Tabela de preços, para incluir no custo de produção da revista:
Reportagem para qualquer mídia – lauda com 1.400 caracteres com espaços
Com uma fonte R$ 173,00
Com duas ou três fontes (mais 25%) R$ 216,00
Com quatro ou mais fontes (mais 50%) R$ 260,00
Edição (preço por página)
Standard R$ 176,00
Tablóide R$ 128,00
Revista R$ 104,00
Veículo Eletrônico (página com 1.400 caracteres, incluindo espaços) R$ 223,00
Pauta
Pauta com até 3 contatos prévios R$ 204,00
Pauta com mais de 3 contatos prévios R$ 272,00
Revisão
Preço por lauda com 1.400 caracteres com espaços (por leitura) R$ 11,00
Para saber o o preço da revisão por página, multiplique este valor por:
10 para standard  – 5 para tablóide – 3 para revista  – 1,5 para cartilha (A5). Esses fatores de multiplicação contemplam o número médio de laudas por página com fotos e/ou com ilustrações.
Tradução
Tradução por lauda com 1.400 caracteres R$ 34,00
Diagramação (por página)
Standard R$ 148,00
Tablóide R$ 114,00
Revista R$ 96,00
Cartilha (Formato A5) R$ 55,00
Veículo Eletrônico (atualização de página) R$ 148,00
Projeto Gráfico (por página)
Standard R$ 571,00
Tablóide R$ 411,00
Revista R$ 336,00
Veículo Eletrônico (Criação de página) R$ 489,00
Última Atualizaçao ( 16 de junho de 2008 ) http://www.sjsp.org.br
Proposta de trabalho para a edição de aniversário e próximas:
Desenvolvimento de um novo projeto gráfico e identidade visual para as editorias; Desenvolvimento de editorias novas, baseadas na pesquisa realizada com o público-alvo; Interatividade entre o conteúdo, sua produção e diário de bordo no Blog e Twitter
Conteúdo: a revista terá menos artigos e mais matérias. Mais fontes nas matérias. Depoimentos e fotos dos jovens reais. Saídas para reportagens (não se faz jornalismo sentado na cadeira). Ao invés da opinião de uma só  pessoa em um artigo para cada editoria (como tem sido até agora – cada editoria é um artigo), as sugestões e experiências de várias pessoas em matérias jornalísticas na linguagem de revista jovem, moderna e cristã. Um texto leve e cheio de energia positiva, alegre e polêmico, verdadeiro e motivador. Especialistas serão consultados para serem fontes de informação e não para escreverem textos precários. Publicaremos apenas artigos encomendados e de pessoas que realmente já saibam escrever.  Cada edição, antes de ser produzida, terá uma produção de pauta completa. Não aos picados. Não vai mais acontecer como na Onze Homens e um Segredo – onde a gente procura pela matéria e só tem um anúncio publicitário no meio. Podemos ter matérias pagas (informe publicitário), mas o conteúdo será separado para dar credibilidade à revista. As notícias de cidadania geral terão foco em atender as necessidades do público jovem nas questões de carreira, profissão, cursos, dicas, lazer, educação, saúde. E as notícias do mundo cristão também precisarão ter um foco, e não jogadas apenas para preencher espaço. Precisamos focar nos assuntos de interesse público e nas novidades. Precisamos dar voz a quem tem algo a dizer. E satisfazer as necessidades espirituais e de conteúdo prático – itens mais solicitados pelos jovens entrevistados.
Proponho à Mais Destaque satisfazer todas essas necessidades com o meu expertise. E também atender à demanda na área publicitária – já que também possuo essa formação (embora incompleta, mas o suficiente).
Por causa da minha realização pessoal e espiritual na elaboração desse trabalho, eu posso certamente afirmar que me disponho a priorizar a MD, em detrimento de outros trabalhos que já estão sistematizados e padronizados, e que posso terceirizar e apenas revisar o produto final – o que me tomaria menos tempo e me permitiria priorizar a MD.
Cronograma de trabalho:
A) Pauta anual – para que a revista tenha continuidade e que na edição anterior possamos anunciar algumas coisas que virão na próxima (isca).
B) Pauta da edição – para verificar como andam as pautas pré-determinadas, verificar se algum assunto mais quente merece deixar alguma matéria na gaveta. Analisar conteúdo Wiki  – e selecionar os publicáveis. Decidir os concursos culturais e prêmios. Os ganchos para a próxima edição… e o destaque editorial que todas as matérias devem tomar. Cada edição terá um tema X que se desdobrará e aprofundará nas editorias. Numa progressão textual coesa e motivadora.  Convidar jovens e pastores para a reunião de pauta. Assim, o conteúdo terá cada vez mais a cara deles, além do vínculo. Eles podem ajudar a traçar os objetivos da pauta – e as informações que realmente querem, pois muitas vezes podemos produzir uma pauta que só tem o tema que eles desejam e precisam, mas no conteúdo fica um vácuo. Essas reuniões podem ser presenciais ou Online, pelo Twitter, Blog ou MSN.
C) Riscado da diagramação para o cumprimento da pauta. Determinar antes se vai ter Box, olho e imagem, e onde vai ficar na diagramação. Já que a MD não trabalha com diagramador jornalista, isso é necessário, pois não combina depois de duas semanas que a matéria foi entregue, o diagramador dizer que está sem ideia para diagramar tal matéria.  Nisso, deverá ser determinado o número exato de toques que a matéria e o Box devem conter, para evitar buracos e linhas a mais.
D) Trabalhar em conjunto com edição e diagramação – enviando arquivos do InDesign e/ou PDF para análise, assim que cada matéria for sendo entregue e diagramada. Não deixar para diagramar tudo de uma vez, pois isso bloqueia a criatividade.
E) Separar páginas de conteúdo de páginas de anúncios. Qual é a meta de anúncios por edição? Deixar as páginas de anúncios pré-determinadas e as de conteúdo também, sempre deixando conteúdo na gaveta para o caso de sobrar espaço.
F) Produção das pautas determinadas. Trabalhar com antecedência. Matérias frias serão produzidas antes da edição X, para termos várias opções na gaveta para emergências.  Por exemplo, entrevista da seção Retrato já fiz duas a mais.
G) Diagramação da matéria – assim que terminar, enviar em PDF para que eu possa conferir se a diagramação não se perdeu do projeto gráfico e se condiz com o conteúdo e o destaque adequado para a abordagem. Trabalhar sempre em parceria e linearidade de pensamento para dar o conteúdo que o leitor merece com a “cara” que o conteúdo merece.
H) Revisão em São Paulo (pelo amor de Deus… não tem sentido imprimir, mandar pra outra cidade impresso e esperar uma semana pelo retorno da revisão. Até lá a gente já esqueceu o conteúdo e é trabalho dobrado ter que retomar depois de tanto tempo. Precisamos otimizar isso, ser mais práticos. Nem que a pessoa pague para fazer isso,  não compensa. Revisão de uma revista como essa é feita em uma tarde).
I) Prazos: Duas editorias de uma página por semana. Editorias de mais de uma página, uma por semana. Todas produzidas dentro dos padrões de qualidade determinados, com personagens, fontes de credibilidade e representativas – conforme linha editorial – começando pelo riscado para diagramação antes da produção e para o diagramador.
J) Produção de pelo menos um post (ou mais) no Blog e no Twitter), e envio semanal de links em newsletter no mailling que vamos começar a criar para leitores da MD.
Pode confiar que de revista eu entendo. Fiz curso sobre edição de revistas com Klester Cavalcanti – o maioral do segmento em São Paulo. Além de ser consumidora de várias revistas, sempre com análise crítica. E ainda convivo com o público alvo da MD – o que é de grande ajuda para que consiga detectar suas aspirações, hábitos e costumes. Também tenho uma grande rede de contatos que pode ser muito útil e colocada à disposição da MD.
Orçamento:
Para fazer todos os serviços acima, incluindo a função de editora-chefe da revista, produção de todo o conteúdo, matérias e entrevistas, saídas para reportagens, manutenção do Blog e Twitter, Newsletter semanal com o conteúdo do blog e divulgação da revista nas redes sociais que participo, além de suporte em atendimento ao cliente e criação na área de publicidade:
R$ 3 mil por edição, ou R$ 1.500 por mês.  Isso é menos que duas páginas de anúncios por edição. Aceito fazer permuta com meio anúncio pelo valor com 25% de desconto para contrato anual. Ah, e sem chororô, por favor, né? Já sou uma editora de conteúdo com o expertise adequado para a função. Sei que a situação financeira está no limite (o Marcelo me disse), mas também sei que a minha experiência e habilidades vão alavancar – e muito – a MD. E, se não der retorno no período de um ano, é só cancelar, na boa. Mas se der retorno, a gente pode renegociar, fazer a revista mensal e até ampliar a equipe. Ou podemos combinar 10% da receita – fixo.
Ah, ofereço uma apresentação em PPT como cortesia – para a proposta comercial da MD. Já está na hora de dar um up nessa proposta, colocar alguns temperos nesse texto. E tendo temas anuais pré-determinados (com flexibilidade, claro), vai ser um atrativo a mais para anunciantes sazonais que pagam mais.
“Tudo o que te vier às mãos para fazer, faze-o conforme as tuas forças.”
Sobre a edição 28, já que não tem espaço para anúncio de 1 página, aceito o restante em dinheiro. Podemos negociar, até. Mas o que é justo, é justo, né? Se coloca no meu lugar e vai entender.

Constatei que os jovens não lêem artigos. Se for de pastor, aí é que não lêem mesmo. Eles querem mais matérias com conteúdos diversos (que já foram passados por e-mail). Eles querem interatividade. Querem polêmica, depoimentos reais, histórias, personagens… resumindo: produção jornalística com assuntos que realmente os interessem. Não a opinião de uma só pessoa.

Diante disso, me adiantei e criei um novo blog (www.revistamaisdestaque.wordpress.com) e um perfil no Twitter @maisdestaque – onde quase diariamente tenho postado novidades do setor – coisas que poderão ser publicadas ou não, mas que criam um relacionamento com o público de futuros assinantes da revista. No Twitter já tem mais de 450 seguidores da MD. Isso nos coloca na vanguarda em relação à Casa Publicadora Brasileira.

Produzir um conteúdo que atenda às necessidades do público-alvo da revista, demanda investimento na produção do mesmo. Se o objetivo for produzir um veículo que gere receita por assinatura, subsidiado por anunciantes – o que é diferente de se ter uma revista só para anunciantes e de distribuição gratuita. Para gerar um conteúdo vendável, que alguém esteja disposto a pagar um real que seja por ele, vamos precisar investir muito mais tempo e energia, estudo e planejamento do conteúdo – e não simplesmente ir copiando e colando textos ruins que ninguém quer ler. Eu acredito que se algo merece ser publicado, merece ser lido. Se não será lido, para que publicar?

Nos últimos 5 anos tenho me dedicado bastante ao estudo e prática de edição de conteúdo. Por isso, e diante das pesquisas que realizei, tenho plena convicção de que estou preparada para produzir o conteúdo que a MD precisa para crescer.O trabalho é sério, exige responsabilidade, profissionalismo, planejamento, metas, agenda e criatividade.

O pessoal vai ter que invetir pesado em conteúdo. Ou seja, em mim.

Ainda precisamos criar um novo projeto gráfico. Dar as diretrizes para o conteúdo que os leitores desejam ler, conforme a pesquisa realizada. Negociar o abastecimento de conteúdo para o Twitter e do Blog – que são ferramentas de comunicação fundamentais para a interatividade com o público alvo da revista. Dá mais trabalho, gasta mais, porém, é o investimento necessário para alcançar seus objetivos e ambições para essa revista que tem todo o potencial para se tornar uma revista nacional com o conteúdo que importa na vida do jovem cristão.

Proposta de trabalho para a edição de aniversário e próximas:

Desenvolvimento de um novo projeto gráfico e identidade visual para as editorias; Desenvolvimento de editorias novas, baseadas na pesquisa realizada com o público-alvo; Interatividade entre o conteúdo, sua produção e diário de bordo no Blog e Twitter

Conteúdo: a revista terá menos artigos e mais matérias. Mais fontes nas matérias. Depoimentos e fotos dos jovens reais. Saídas para reportagens (não se faz jornalismo sentado na cadeira). Ao invés da opinião de uma só  pessoa em um artigo para cada editoria (como tem sido até agora – cada editoria é um artigo), as sugestões e experiências de várias pessoas em matérias jornalísticas na linguagem de revista jovem, moderna e cristã. Um texto leve e cheio de energia positiva, alegre e polêmico, verdadeiro e motivador. Especialistas serão consultados para serem fontes de informação e não para escreverem textos precários. Publicaremos apenas artigos encomendados e de pessoas que realmente já saibam escrever.  Cada edição, antes de ser produzida, terá uma produção de pauta completa. Não aos picados. Podemos ter matérias pagas (informe publicitário), mas o conteúdo será separado para dar credibilidade à revista. As notícias de cidadania geral terão foco em atender as necessidades do público jovem nas questões de carreira, profissão, cursos, dicas, lazer, educação, saúde. E as notícias do mundo cristão também precisarão ter um foco, e não jogadas apenas para preencher espaço. Precisamos focar nos assuntos de interesse público e nas novidades. Precisamos dar voz a quem tem algo a dizer. E satisfazer as necessidades espirituais e de conteúdo prático – itens mais solicitados pelos jovens entrevistados.

Proponho à Mais Destaque satisfazer todas essas necessidades com o meu expertise. E também atender à demanda na área publicitária – já que também possuo essa formação (embora incompleta, mas o suficiente).

Cronograma de trabalho:

A) Pauta anual – para que a revista tenha continuidade e que na edição anterior possamos anunciar algumas coisas que virão na próxima (isca).

B) Pauta da edição – para verificar como andam as pautas pré-determinadas, verificar se algum assunto mais quente merece deixar alguma matéria na gaveta. Analisar conteúdo Wiki  – e selecionar os publicáveis. Decidir os concursos culturais e prêmios. Os ganchos para a próxima edição… e o destaque editorial que todas as matérias devem tomar. Cada edição terá um tema X que se desdobrará e aprofundará nas editorias. Numa progressão textual coesa e motivadora.  Convidar jovens e pastores para a reunião de pauta. Assim, o conteúdo terá cada vez mais a cara deles, além do vínculo. Eles podem ajudar a traçar os objetivos da pauta – e as informações que realmente querem, pois muitas vezes podemos produzir uma pauta que só tem o tema que eles desejam e precisam, mas no conteúdo fica um vácuo. Essas reuniões podem ser presenciais ou Online, pelo Twitter, Blog ou MSN.

C) Riscado da diagramação para o cumprimento da pauta. Determinar antes se vai ter Box, olho e imagem, e onde vai ficar na diagramação. Já que a MD não trabalha com diagramador jornalista, isso é necessário, pois não combina depois de duas semanas que a matéria foi entregue, o diagramador dizer que está sem ideia para diagramar tal matéria.  Nisso, deverá ser determinado o número exato de toques que a matéria e o Box devem conter, para evitar buracos e linhas a mais.

D) Trabalhar em conjunto com edição e diagramação – enviando arquivos do InDesign e/ou PDF para análise, assim que cada matéria for sendo entregue e diagramada. Não deixar para diagramar tudo de uma vez, pois isso bloqueia a criatividade.

E) Separar páginas de conteúdo de páginas de anúncios. Qual é a meta de anúncios por edição? Deixar as páginas de anúncios pré-determinadas e as de conteúdo também, sempre deixando conteúdo na gaveta para o caso de sobrar espaço.

F) Produção das pautas determinadas. Trabalhar com antecedência. Matérias frias serão produzidas antes da edição X, para termos várias opções na gaveta para emergências.  Por exemplo, entrevista da seção Retrato já fiz duas a mais.

G) Diagramação da matéria – assim que terminar, enviar em PDF para que eu possa conferir se a diagramação não se perdeu do projeto gráfico e se condiz com o conteúdo e o destaque adequado para a abordagem. Trabalhar sempre em parceria e linearidade de pensamento para dar o conteúdo que o leitor merece com a “cara” que o conteúdo merece.

H) Revisão em São Paulo (pelo amor de Deus… não tem sentido imprimir, mandar pra outra cidade impresso e esperar uma semana pelo retorno da revisão. Até lá a gente já esqueceu o conteúdo e é trabalho dobrado ter que retomar depois de tanto tempo. Precisamos otimizar isso, ser mais práticos. Nem que a pessoa pague para fazer isso,  não compensa. Revisão de uma revista como essa é feita em uma tarde).

I) Prazos: Três editorias de uma página por semana. Editorias de mais de uma página, uma por semana. Todas produzidas dentro dos padrões de qualidade determinados, com personagens, fontes de credibilidade e representativas – conforme linha editorial – começando pelo riscado para diagramação antes da produção e para o diagramador.

J) Produção de pelo menos um post (ou mais) no Blog e no Twitter, e envio semanal de links em newsletter no mailling que vamos começar a criar para leitores da MD.

Orçamento: Conseguimos chegar a um acordo. Que bom!

Nem estou me achando uma editora de conteúdo com o expertise adequado para a função. A reunião foi ótima. Depois de passar a tarde efetuando a revisão do texto com o Marcelo, o Rafael chegou calmo e sereno para conversarmos sobre os novos rumos editoriais, aprovou as ideias… e eu fiquei muito contente!

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Muito engraçado essa coisa toda… é bem generalizado, mas me vejo nessa descrição. E também vejo ele.  O grande barato é que meus namorados sempre foram de Leão, Sagitário e Áries. Meu marido foi o único Geminiano – e o único de signo diferente. E todos eram muito parecidos no jeito de ser.  (Bolsa de Mulher)

Eu combino com gêmeos

Veja o que diz sobre Gêmeos combinar com Áries

 

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

Veja o que diz sobre Áries combinar com Gêmeos

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Teste: Dúvidas com a escolha da profissão?

Meu resultado: 

Comunicação e Artes

Com facilidade para comunicar ideias e sentimentos, você gosta de influenciar e encantar outras pessoas. Gosta também de conversar, expor opiniões e ouvir o que os outros têm a dizer. Livros, música e artes em geral o atraem. Possíveis opções de carreira: Jornalismo, Publicidade, Artes Cênicas, Artes Plásticas.

Nota: Jornalismo em primeiro lugar, como sempre. Hehe.

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Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

 

Eu fiz, no link http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml 

Resultado
Foto: Divulgação
“O alquimista”, de Paulo Coelho
Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.
“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

 

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“O alquimista”, de Paulo Coelho

Há alguém no seu bairro, na sua empresa ou mesmo na região que não te conheça? Bem, podem não te conhecer pessoalmente, mas já ouviram falar de você com certeza. Popular e carismático, você está para as pessoas ao seu redor o que os best-sellers estão para os leitores: todo mundo conhece, a maioria gosta e/ou admira, mas alguns torcem o nariz devido ao seu excesso de popularidade, ou, é preciso dizer, de superficialidade mesmo. Afinal, essa personalidade que agrada a todos pode ter um quê de falta de personalidade, não é não? Bem, de toda forma, você não se importa com isso. O que importa é compartilhar a sua experiência de vida – mística ou não – e atrair admiradores.

“O alquimista” (1988) é, possivelmente, a mais conhecida das obras de Paulo Coelho, o mago das vendas em livrarias brasileiras e internacionais. Fenômeno de popularidade, já vendeu quase 38 milhões de cópias em todo o mundo e foi publicado em cerca de 140 países. E, claro, ocupa a cabeceira de muita gente em busca de autoconhecimento e entretenimento esotérico.

Minhas Considerações:

Concordo com o resultado… embora nunca tenha lido esse livro e tenha convicções religiosas contra o misticismo e ocultismo – embora ache fascinante. O teste é reflexivo. Tem que pensar bem e fazer uma autoanálise antes de escolher as alternativas. Bem interessante.

 

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