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Archive for the ‘jornalismo’ Category

Inspiração boa, muito boa.

Lembrando aqui da homenagem à Sandra Annemberg no Faustão deste domingo. Essa menina é uma Agente da Esperança nos moldes de Ronaldo de Oliveira. Todo mundo tinha que aprender a ser gente como ela. Já era fã do visual e da articulação profissional. Depois de saber como ela é gente de verdade – no sentido bom de ser gente – eu penso que tenho que me aproximar ainda muito mais de Deus para conseguir ser metade disso que ela representa. E, vamos combinar, que casamento é aquele? Nem parece ser de verdade, de tão encantado. Parece mais algo tirado de livros de contos de fada. Eu achava que tava bem, mas depois daquilo, descobri que estou muito, muito longe… e agora estou feliz demais por saber que é possível. Mas, frustrada por saber que ainda não cheguei lá.

http://globotv.globo.com/rede-globo/domingao-do-faustao/t/programa/v/sandra-annerberg-fala-sobre-o-melhores-do-ano-e-cai-no-arquivo-confidencial/2464955/

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Mesmo resultado do teste vocacional feito na 8ª Série. Incrível como jornalismo vem em primeiro.

http://testevocacional.guiadoestudante.abril.com.br/

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Escolher um assunto para escrever, para mim, sempre é a parte mais difícil. É como estar diante do bifê de saladas de uma churrascaria daquelas de alta qualidade, onde tem tanta variedade que a gente não consegue decidir o que colocar no prato. O resultado é um prato de pedreiro. Me sinto assim, tantos são os assuntos sobre os quais gostaria de falar.

Em se tratando de uma coluna para um site de jornalismo cultural, cujo tema é de escolha livre, fiquei perdida até a última hora. Não conseguia escolher. Filme? Livro? Lugar? Acontecimento? Mania? Gente? Por fim, com o apito do dead-line tocando na minha cabeça, e junto com ele minha vaga como colunista no site que para mim é uma honra poder participar, resolvi escrever sobre o fim-de-semana. Segue o link do texto, direto do portal.

O aniversário mais triste de São Paulo

Para quem quiser acompanhar, meu nome (Débora Carvalho) está à esquerda, na seção Colunas.

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Essa mês recebi um convite super especial (13/01). E claro que aceitei, pois não sou nenhuma idiota de rejeitar algo bacana. O Julio Daio Borges, do site Digestivo Cultural, convidou-me para ser colunista. Não é o máximo? Estou me achando. Só preciso aprender a me organizar, pois também já recebi convite do Café & Revista (para escrever sobre empreendedorismo e cultura) e do Guia da Semana (para escrever sobre passeios). A tendência é ser um tanto relapsa quando sou eu quem precisa escolher o tema sozinha. Acho que sinto falta de me pedirem para escrever sobre isto ou aquilo. Mas vou conseguir. Este ano vou conseguir atender os três sites. É uma meta. Assunto sei que não falta, né? É só sentar e escrever… os dedos correm no teclado.

É muito gostoso ter seu trabalho reconhecido. Se recebi o convite é porque realmente gostaram do meu texto, né? É um troféu para quem, como eu, deseja escrever desde que se entende por gente. Preciso é jogar a preguiça fora e começar a escrever mais e mais.

Quem quiser dar uma força, é só me enviar sugestões de assuntos. Nisso sou boa como editora, pois penso, por exemplo, numa edição completa de revista ou jornal. Para artigos avulsos e de temas livres, parece que me falta disciplina.

Estou muito feliz com essa oportunidade de crescimento.

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Como faltei à última aula de português, recorri à fiel amiga Evelyn para me passar as tarefas para entregar. Depois de uma confusa explicação sobre dialoguismo, polifonia e intertextualidade, por telefone, ela me passou um link com um texto “Canção do Exílio”, e outro com um outro texto que fala que o universo não é ideia minha – e tal. Detalhes à parte, o fato é que eu entendi que o tal texto sobre a ideia era um modelo, e que era para pegar qualquer texto e escrever algo com intertextualidade sobre aquilo.

Pegue a letra da canção “Coração de Estudante”…  perdi 2 décimos por conta de ser o texto errado, mas o resultado ficou bom. A Juliana leu e fez um Rap… e a professora disse pra gente guardar aquela letra pra fazer um Rap na formatura, pois ficou muito bom. A galera elogiou, disse que escrevo muito bem … e eu fiquei contente.

Valeu Evelyn, não fosse o equívoco, jamais teria escrito essa letra! E, cá entre nós, ficou bem melhor do que ficaria a proposta inicial de que algo não é ideia minha, mas a minha ideia desse algo que é ideia minha. hahah

Segue link com a letra que escrevi: Coração de Estudante

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O texto original é grande e prolixo. Não consegui ler tudo. O título é objetivo, mas você começa a ler e demora a entrar no assunto propriamente dito. No entanto, bati o olho numa parte que achei muito interessante, que segue:

Ruben Holdorf Dargã

Ciente das exigências de mercado e das possibilidades de alterações no projeto acadêmico diante do Ministério da Educação, seguem abaixo as seguintes sugestões visando transformar os cursos de Jornalismo do País:

1) Desvincular as habilitações do tronco comum, criando tão somente os cursos plenos;

2) Estabelecer condições para um vestibular vocacional direcionado especificamente aos concorrentes às vagas de Jornalismo, selecionando estudantes mais preparados para as carreiras mencionadas;

3) Instituir nova grade curricular atendendo às exigências de mercado, equilibrando o ensino prático e teórico no decorrer dos períodos, tornando o aprendizado e o ensino prazerosos, numa seqüência lógica de aperfeiçoamento profissional e intelectual;

4) Aproveitar os novos ambientes laboratoriais e midiáticos existentes a fim de se fornecer condições para a execução da prática jornalística face à proibição legal do estágio de Jornalismo, unindo as mídias impressa, online e de rádio numa Redação, onde também se fará presente a Assessoria de Comunicação e Imprensa, tudo sob a coordenação de uma empresa jornalística;

5) Ampliar o acervo da biblioteca e dos periódicos necessários ao curso de Jornalismo; Tornar as mídias do curso empresas jornalísticas com ética e liberdade de atuação e concorrência no mercado da região, independente de pertencer a instituições públicas ou privadas;

6) Além da titulação – exigência exclusivamente acadêmica -, os professores necessitam se atualizar com as mídias contemporâneas e de mercado. Assim, a instituição precisa investir em cursos e eventos, no Brasil e exterior;

7) Estimular os professores à produção literária jornalística e acadêmica, fornecendo-lhes todos os direitos autorais, conforme as garantias legais de cada escritor;

8)  Contratar mais professores para comporem o corpo docente do curso de Jornalismo;

9) Registrar todas as mídias atuais a fim de se evitar questões de cunho jurídico com terceiros;

10) Manter o coordenador de curso e nomear um diretor de grupo jornalístico, englobando todas as mídias locais;

11) Conceder bolsas de estudos para alunos nas próprias mídias jornalísticas;

12) Estruturar cursos de extensão universitária durante as férias e, contíguo ao ano letivo, para a comunidade e demais cursos, fortalecendo a interdisciplinaridade e resgatando a importância da função comunicacional no contexto comunitário;

13) Organizar encontros, promover troca de experiências e apresentação de projetos com os cursos de Jornalismo de universidades nacionais e estrangeiras;

14) Fundamentar os parâmetros para o lançamento de cursos de Pós-Graduação em Jornalismo, atendendo as necessidades de atualização profissional e de desenvolvimento da sociedade na qual se insere;

15) Alterar o turno do curso de Jornalismo para o período matutino ou noturno, preferencialmente para o matutino, facilitando o espaço para a cobertura de eventos.

Não precisa nem comentar, né? E, falando sério, estudar de manhã é a melhor coisa. Nunca mais estudo à noite. Se você tem um trabalho para terminar, mas tem prova, tem que escolher entre perder a prova e atender o cliente. Mas se você tem prova de manhã, pode dormir mais tarde para atender o cliente. Não é o máximo??? E viva a Anhembi-Morumbi, que tem o curso de jornalismo no período matutino.

Ah, o texto na íntegra, para quem quiser conferir:  Mercado emprega jornalista e não comunicólogo. (ABJ Notícias)

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Ser empregado em uma boa empresa já não é o sonho de 25% dos universitários. Decididos, eles buscam conteúdo que agregue conhecimento prático ao futuro negócio. Também não falta coragem para abandonar o curso e a instituição errada. E os mais ousados não esperam a chegada do diploma para dar início à empreitada.

Por Débora Carvalho*

Já se foi o tempo em que os jovens ingressavam na universidade apenas para garantir um emprego melhor. Entre os empreendedores brasileiros, 25% são jovens – o que faz do País o terceiro com maior número de empreendedores entre 18 e 24 anos. E o número tende a aumentar, segundo a pesquisa 2008 da GEM – Global Entrepreneurship Monitor. São quase 4 milhões de jovens empreendedores – 15% da faixa-etária. Geralmente, prestam serviços especializados como informática, contabilidade e comunicação empresarial.

[Mais no Empreender News]

O artigo inicial foi para a disciplina de Agência de Notícias, para o Senise. Depois, tomou corpo, mais personagens, e enviado à revista Mais Destaque, o portal Café & Revista… e quem sabe será publicado em outros. Mas foi uma descoberta muito legal na própria sala de aula. A ideia de pauta surgiu em conversa com os colegas que realmente querem empreender. São muitos, mas não dá pra falar de todos.

Como também sou empreendedora, fiquei fascinada ao descobrir que 25% dos universitários já empreendem. Isso me deu muito mais segurança, especialmente depois de estudar tanto e ainda não ter suportado esperar pelo diploma. Espero conseguir me formar dessa vez… rs. Estudar é legal. Mas trabalhar é muito mais legal. E, alerto, não vale a pena estudar em faculdade com conteúdo ruim. Nem se formar no curso errado.

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Portal Imprensa:  O diploma, os monges e o gato

Já dei aulas para mais de mil alunos. Uma de minhas ex-alunas é a moça do tempo. Ela proclama todos os dias se eu preciso ou não levar um guarda-chuva ao trabalho ou se vai ter sol. Bonita, a moça do tempo fala também em frentes frias, no vento polar e efeito estufa. Essa moça do tempo, eu nunca me esqueço, uma vez me entregou um trabalho de 25 páginas plagiado da internet. Seu método de pesquisa foi o Ctrl c + Ctrl v. Levou zero, chorou, reclamou. Hoje ela me informa se vai chover ou não. Eu nunca acredito.

Portal Imprensa: Carta aos jornalistas com diploma

Mas também deveríamos estrilar quando jornalistas com diploma usam o ofício para alcançar fama, poder e privilégios. Ou quando jornalistas incompetentes são utilizados pelas empresas para qual trabalham em negócios editoriais mal explicados. Atentem que isso não se relaciona ao diploma. Isso tem a ver com caráter. Eu não tive aulas de caráter na faculdade. Eu tive aulas de caráter ao pé de um túmulo e, sobretudo, com meu pai, nas lições de astronomia, geologia e zootecnia que me deu.

O Lago: Jornalistas diplomados e carteiras profissionais

Depois desta decisão as universidades terão que ser mais competitivas e fornecer os melhores cursos, assegurando que os seus graduados são os melhores que podem haver; e os jornalistas com diploma terão que ter orgulho nele, são profissionais certificados. A questão real é: quem vai definir o padrão exigido para o bom jornalismo?

Mobile Multitude:  Como o Twitter pode fazer história no dia em que todos se tornam jornalistas

A Comunicação e o jornalismo são importantes demais para serem ‘exclusivas’ de um grupo de ‘profissionais’.

Webmariano: O fim do diploma e o começo de outro jornalismo

No quesito categoria profissional, o fim do diploma também traz consigo a oportunidade histórica de, finalmente, reunir os jornalistas numa categoria de verdade.

Vanguarda:  O que altera na vida das empresas, ou do jornalista?

1ª – à época de O Estado do ParáA Província do Pará Folha do Norte, em sua maioria os jornalistas eram escritores, poetas, contistas, sem formação superior, no máximo, alguns exerciam o magistério como professores de curso primário ou técnico. Eram muito bons jornalistas…

Observatório da Imprensa: Desregulamentação abre desafio de reorganização

Se usarmos a argumentação anarquista sobre caos para tentar propor alternativas (e entender) ao processo de desregulamentação da profissão de jornalista, cujo tiro de misericórdia foi dado há algumas semanas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), poderemos enxergar um pouco além do momento de desordem e desencanto por que passamos todos que investimos nas academias universitárias como locus de legitimação de um saber e de aprendizado de uma práxis para o exercício profissional em jornalismo.

Observatório da Imprensa: A gente não quer só comida…

Em contrapartida, muitos profissionais estão recorrendo à faculdade para aprimorar e expandir seu conhecimento, ainda que já atuassem como “jornalistas”. Com canudo ou sem canudo, sempre há de existir bons e ruins profissionais.

Observatório da Imprensa: O jornalismo pós-moderno e o time dos sem-canudo

Já tive a oportunidade de ter trabalhado com jornalistas de carreira esculpidos na rudeza da prática diária. Aprendi muito com eles, respeito-os muito e lhes agradeço das profundezas do meu coração (para não cair no lugar-comum) pelos ensinamentos, dicas e orientações. Um deles tinha apenas o curso primário e outro o segundo grau. No que pese a falta do canudo, eram profissionais fantásticos com grande conhecimento jornalístico e do idioma pátrio. Acredito que deveriam ser mesmo vocacionados para esta carreira, por sinal, muitas vezes ingrata e ilógica. Por outro lado, deparei-me com alunos veteranos de Jornalismo que além de não saber o mínimo necessário para escrever sequer uma simples nota, não queriam aprender, estavam em busca apenas do diproma e tenho absoluta certeza que hoje, mesmo sendo bacharéis ou baixarias em jornalismo, nunca serão jornalistas de fato, com a graça de Deus.

Dia de Ana: “Just call my name and ill be there

… mas não dá pra ser jornalista só porque você é curioso e gosta de escrever. Mais que isso, é importante que o jornalista saiba apurar uma situação e convertê-la em notícia, mesmo que não tenha conhecimento do fato ou da situação antes de vivenciá-la. Um bom jornalista é o cara que está num evento de arquitetura, mas consegue visualizar algo de política, e se vira para conseguir a melhor informação.

Jornal Correio dos Lagos: Uniube deixa de oferecer curso de Jornalismo

“Não tem cabimento, na era da informação, abrir mão da formação superior. Vejo essa crise como um momento fértil para que façamos mudanças que correspondam a essas necessidades. O curso precisa, mais do que nunca, deixar clara a diferença entre um profissional formado e um que não seja. A qualificação deve ficar mais explícita, de modo que a competência fique, de fato, inquestionável”, conclui André Azevedo da Fonseca, diretor do curso de Comunicação Social da (Uniube).

Brasil e Desenvolvimento:  Lei de Imprensa e exigência do diploma de jornalismo. Quem ganha e quem perde

Tenho certeza que, diante de filas e mais filas de jornalistas recém-formados á sua disposição, as empresas de comunicação jamais contratarão profissionais sem diploma universitário. Não seria lógico fazê-lo. Pouca coisa deve mudar na prática. Nenhum semi-analfabeto vai, a partir de agora, escrever o jornal que você lê.

O nosso diploma tem melhorado a qualidade da informação? Não tenho tanta certeza. Os melhores jornalistas que eu conheço não têm diploma. Em países como EUA, França, Itália e Alemanha não há obrigatoriedade e não acho que o jornalismo desses países seja pior do que o nosso. A defesa do diploma é corporativa e não encara de frente as reais conseqüências da queda ou manutenção da obrigatoriedade para a sociedade como um todo.  Sugiro ao nobres colegas, que tanto gostam de serem lembrados como defensores da sociedade, que pensem a situação para alem de seus salários.

Comunique-se: Opinião do MEC

E agora as faculdades de jornalismo terão que investir no ensino para se diferenciar no mercado e atrair estudantes.

A Cozinha do Gilmar: O diploma ainda conta

“O mercado seleciona naturalmente os melhores profissionais, sejam eles diplomados ou não”, avalia o professor Roberto Bigonha, diretor de regulamentação da profissão de TI da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). …

…O mercado, segundo ele, escolhe os profissionais de acordo com as necessidades de cada atividade. E dá um exemplo trivial: para construir um muro não é necessário um engenheiro. Mas para fazer uma casa, sim.

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