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Archive for the ‘televisão’ Category

Lara na televisão – SBT Brasil

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Loura, fofa, meiga e inteligente  –  como sempre.

PARTE 1 – http://www.youtube.com/watch?v=r0GHgMY36dk&feature=channel_video_title

PARTE 2 – http://www.youtube.com/watch?v=o5SMcSv_ks8

PARTE 3 – http://www.youtube.com/watch?v=2fWiFSrnAvw

PARTE 4 – http://www.youtube.com/watch?v=VGqXz4GnmBY

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2006 >> Chanel confirma: Microvestido agora é elegante : “…e fez da mulher Chanel uma moça que é chique mostrando as pernocas”.

No dia 22 de outubro  a estudante Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada pelos alunos da sua universidade, a Uniban. Dos detalhes, todos já estamos a par, pois o ocorrido foi e tem sido amplamente discutido pela mídia – tanto em jornais quanto em programas abertos a debates e entrevistas.

Quem está certo e quem está errado? – Cada um tem uma opinião. Mas, se a gente for pensar na raíz do problema, o cerne da questão está no regulamento da instituição. O que aconteceu foi o resultado da ausência de regras da Uniban.

Digo isso com experiência de causa – só que ao contrário. Estudei em uma instituição que definia muito bem os limites dos alunos – desde o tipo de roupas e acessórios proibidos, ao linguajar. Do Fundamental II à faculdade de comunicação, estudei numa instituição confessional – a Rede de Educação Adventista. Não nos era permitido pintar as unhas com esmaltes de cores fortes, nem o uso de maquiagem forte, joias e bijuterias. O uso do uniforme era rigorosamente fiscalizado. Até mesmo o tamanho da saia das garotas. No máximo quatro dedos acima dos joelhos. As monitoras ficavam de olho e mandavam as mais “safadinhas” desenrolarem a saia sempre que viam. Às vezes não adiantava, porque elas desenrolavam na frente dela e lá na frente enrolavam de novo, especialmente na saída do colégio. Mas aí já estavam fora dos portões…

Na faculdade, o Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo, as regras também eram bem definidas. Nada de tecidos transparentes, nem blusas ou vestido de alcinha. Saia no máximo quatro dedos acima do joelho. Nada de mini-blusas.  Mulheres não podiam usar shorts, mas podiam usar bermuda no joelho. Meninos também podiam assistir as aulas com bermudas no joelho. Nada de camiseta regata nem de desfilar sem camisa. No caso da faculdade, não era proibido ouso de maquiagem ou joias e bijuterias. O linguajar também era fiscalizado, sob pena de advertencia e tal. Nada de palavras de baixo calão.

Fora isso, também não era permitido o uso de álcool, cigarro… nem de som (música) não autorizada.

Me lembro que, num período, perdi muito peso. Estava com 51 kg – quando o normal era 55. Um dia, vesti uma saia jeans e uma blusinha. Como sempre, o jeans, ao sair do varal, fica mais justo e depois laceia um pouco. Foi o que aconteceu com a saia que ficou caindo. Eu puxava toda hora mas não adiantava. Uns dois ou três dedos da minha barriga/cintura apareciam enquanto andava. Um dos diretores viu e pediu que uma secretária viesse falar comigo. No final da tarde, educadamente ela me chamou e disse: “Olha, eu sei que você sempre se veste adequadamente, mas me pediram para falar com você para tomar um pouco de cuidado com alguns tipos de blusa que às vezes, sem querer, acabam mostrando a barriga. Não é por nada não, mas um dos diretores viu e me pediu para conversar com você. Você é muito bonita e isso também pode gerar comentários, você sabe. Até porque você ocupa uma função importante como assistente do coordenador do Curso de Comunicação.”  Eu pedi desculpas e expliquei que foi sem querer, que foi pelo fato de ter perdido peso e que quando me vesti estava tudo ok, mas no meio da tarde a saia ficou mais larga e caindo – o que não acontecia antes.  Não me senti insultada nem nada. A moça foi muito educada. E veio falar comigo, ao invés de saírem falando mal de mim pelas costas. E minha função realmente exigia que eu desse exemplo.

Se a Geisy estudasse em uma instituição com regras definidas dessa maneira, jamais teria sofrido a humilhação que sofreu. Na condição de mulher, acho que posso dizer que ela é meio sem noção. Não sou nenhuma feia para que alguém diga que tenho é inveja do “corpão” dela. Pelo contrário. Quem me conhece sabe… (rs). Mas a faculdade em nada ajudou a garota nessa sua falta de “bom senso” com o vestuário.

Me lembrei agora de uma das aulas de comunicação, estudando os textos de Guy Debord sobre ideologia. Me lembro de alguns parágrafos esclarecedores sobre a moda, o feminismo e a onda de transformar a mulher em objeto sexual, objeto de desejo – sem o menor pudor. E isso estava sendo feito de tal forma que a mulherada imaginava que esta era se libertando da opressão e se fazendo livre para vestir o que quisesse, expor o seu corpo da maneira que bem entendesse, sem imaginar que na verdade estava era apenas se escravizando de outra maneira e consciensiosamente. E hoje, vemos garotas como a Geisy Arruda – escravas da “gostosura”, dessa coisa de “chamar a atenção dos homens”, de “mexer com o imaginário feminino”. E pior, achando que o vulgar é normal, rotineiro e pronto. Nos comentários da jovem Geisy, podemos perceber que ela está dominada por essa ideologia. “Sempre me vesti assim e os homens sempre elogiaram, chamavam de gostosa… é algo rotineiro pra mim.” – Agora, que mensagem ela quer passar com sua roupa? “Me respeitem” ou “pode vir que a festa é aqui?” Cada lugar tem sua roupa apropriada. Ninguém vai ao Fórum de biquini nem de camisola. Nem à igreja. Faculdade não é balada. Nem praia.

A reação coletiva foi realmente assustadora. Nem que a garota estivesse totalmente pelada isso poderia ter acontecido. Mas, de fato,  se a Uniban não tinha regras explícitas sobre o tipo de vestuário adequado, não poderia, em momento algum, acusar a garota de ferir os bons costumes e a descência.

E eu fico pensando: por mais chatas que sejam as regras e normas, é para isso que elas servem. Para evitar o caos. Para permitir a convivência de forma pacífica.

Também fui aluna da Universidade Anhembi-Morumbi. Algumas garotas também vão às aulas com decotes no umbigo, com microshorts, microsaias jeans… e também já ouvi comentários sobre esse não ser o tipo de roupa adequado para uma sala de aula, que é falta de respeito e tal. Não posso deixar de concordar. Não vivemos mais no tempo da opressão exagerada, quando mulheres não podiam nem usar calça comprida. Mas o bom senso ainda é bem-vindo. O respeito também.

Aí eu lembro de algumas dicas que sempre vejo em programas sobre moda… como o Esquadrão da Moda no SBT. Outro dia a cantora Claudia Leite indicou a cantora Stéfhany Absoluta para o programa. Na hora de defender seu guarda-roupa cafona, ela vestiu uma calça jeans super apertada, partindo a região íntima ao meio, com um top e um colete curto.  Fiorentini perguntou que mensagem ela queria passar com aquela roupa, na balada:

Fiquem longe, me respeitem? Ou, Pode vir que a festa é aqui?

Não sei!!!” – Respondeu Stéfhany, com tom assustado e sincero.

Pobre garota. Ela realmente não sabia. Acho que esse também é o caso da Arruda.

Acho que tá na hora da televisão parar de mostrar mulher pelada e ensinar a gente a se vestir e passar uma imagem adequada. Como a Fiorentini sempre diz, a roupa passa uma imagem. Que imagem a gente quer passar? O que temos vestido? Assim como nosso linguajar é importante, o modo como tratamos as pessoas, a maquiagem, a profissão… a roupa também.

Tomara que a Geisy e todas nós possamos aprender algo bom com essa história toda. Intolerância, não. Bom senso, sim.

E mais. É importante ter cuidado com o que os modistas apregoam. Como no início do texto… só porque a Chanel acha chique o microvestido, não significa que ele não significa mais a intenção de se expor. Se a intenção não é se expor, nada de microvestido. Claro que ninguém precisa ficar cafona como algumas religiões exigem… proibindo até hoje o uso de calça e outras coisas que nada têm a ver com a “decência”. Chega de preconceito. Vamos estudar o tema, refletir e dar espaço à harmonia, beleza e respeito. – Claro, isso vale para quem quer respeito.

Outros textos sobre o tema:

Qual o limite entre a sensualidade e a vulgaridade?

A intolerância e o vestidinho indefectível


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Estou surpresa por hoje ter conseguido assistir as aulas direitinho. Na aula de Blog, a professora deu os parâmetros para se desenvolver um projeto editorial, e disse que um blogueiro parceiro do Terra ganha de 7 a 10 mil reais/mês. Teve um montão de gente que se animou. A aula foi boa para confirmar o que eu já sabia por intuição sobre o que é um projeto gráfico – só que de forma mais sistemática e rechada de linguiça e mais linguiça.

Já a aula de TV foi uma extensão do que o meu amigo Christian Binemann já havia me ensinado, sobre os 4 tipos de notas para TV.

O que cansa também é o jeito das professoras falarem. A de blog parece uma metralhadora gritando, falando rápido demais sem se dar conta se a gente conseguiu absorver. E a de TV também fala gritando, e repetindo. E parece que TV é sinônimo de Rede Globo.  Será que a Globo paga algum subsídio para a Anhembi?

Está tudo no Blog www.lentesdeaprendiz.wordpress.com

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A fazenda

A curiosidade me levou a dar uma conferida em A Fazenda, hoje. Mas o programa é indigesto. Sem criatividade, péssima apresentação. O Brito Jr está se queimando ali. Muito sem graça. O participantes parecem estar ali obrigados, como se estivessem de castigo, pagando mico. E a enrolação, repeteco de informações.. Argh! Odiei! Muito pior do que o BBB.

Não combina nada a Cris Couto, que era do Café Filosófico (TV Cultura), colocando uma coisa tão sem graça num pedestal, como se fosse a coisa mais espetacular. Um verdadeiro micão! Me senti desrespeitada como telespectadora que sou.

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“…no fim o sol surgiu e bateu direto nos meus olhos como uma medalha de ouro.” Win Hof

Discovery Channel – 16/04/2009

The Real Supermans and tue quest for the future fantastic
(Os super humanos e a busca por um futuro fantástico)
The Iceman 

Essa história passou no Discovery Channel em 16 de abril de 2009. O homem de gelo. Fiquei tonta só de assistir.

Um garoto chamado Win Hof, quase morreu de frio quando tinha 7 anos. A caminho da escola, Win quase congelou. “Eu sentei na varanda de uma casa e então eu adormeci. O frio me tocou como um inimigo. Foi o meu primeiro contato com o frio. E eu fiquei deitado lá até que a ambulância veio e me levou ao hospital. E se ninguém tivesse me encontrado eu teria morrido. É a morte branca”, conta.

Mas o frio não matou Win. Ele o transformou num homem que adora baixas temperaturas. Essa atração de Win ao frio lhe mostrou seu super poder. A habilidade de aumentar sua temperatura corporal nas condições mais severas. Desde então, o pacato carteiro tem uma identidade secreta: The Ice Men. “Depois de treinar e praticar, descobri que temos um tipo de termostato aqui (na mente). E sei como controlá-lo. Não com a mão, mas com a mente”, afirma Win. Quando descobriu seu talento a ideia era fazer coisas incríveis. Mas agora o frio se tornou uma necessidade. “Todos os problemas que tenho no dia a dia desaparecem quando faço isso. O frio, quer dizer, me expor ao frio é uma força que me purifica, uma força que me limpa”, diz Win.

O Dr. Juha Oksa – Cold Physiologist, diz que conhece a história de Win, e que é muito interessante. “Mas talvez ele tenha genes que permitem que ele se aclimate de tal maneira que ele não sinta tanta dor quanto outras pessoas. Então isso depende de como é a sua genética.” Graças à habilidade genética de aumentar a sua temperatura corporal, Win realizou feitos incríveis. Ele foi o único homem capaz de submergir seu corpo inteiro no gelo por uma hora e dez minutos. E bateu o maior Record mundial como o homem que percorreu a maior distancia de nado sobre o gelo sem tubo de oxigênio e vestindo apenas shorts: 57 metros e meio.

Para aperfeiçoar esse super poder, Win tem o costume de se trancar em uma câmara frigorífica. (A cena é bizarra: ele agachado e a peças de boi em volta).

O documentário acompanhou passo a passo os preparativos para o teste mais radical do seu poder. Um feito tão insano que ninguém jamais ousou tentar. Uma coisa nova, mais do que incrível. “Quero correr meia maratona descalço no inverno, na Lapônia, depois do círculo polar.” (Tem sentido uma coisa dessas?) O responsável por fazer testes físicos foi o Dr. Juha Oksa – Cold Physiologist. Ele queria ver como era a reação de Win quando exposto a temperaturas baixas. “Isso vai ser bem difícil”, disse o doutor que tinha dúvidas em relação aos poderes de Win. Ele foi examinado pelo microscópio do Dr. Oksa (Finnish institute of occupational health), um fisiologista especializado em frio. Para ter certeza, ele preparou testes extremos. “Se Win não reagir bem aos testes, seu sonho de correr meia maratona sobre o gelo e a neve pode estar em risco.”

Win entrou em um tipo de aquário com água a 8 graus. Depois de um minuto e meio dentro da água gelada, o batimento cardíaco era de 51 batidas por minutos – o que é muito baixo, segundo o dr. Oksa. Ao ser questionado sobre como se sentia, a resposta foi “neutro, pouco frio, sem dor, formigando um pouquinho na região dos ombros. Dormência, não.

“Quando Win submergiu em água a 8 graus ele não ficou ofegante e isso não é muito comum. A reação de uma pessoa comum é ficar ofegante quando exposta a baixas temperaturas”, explicou o dr. Oksa. Depois de 7 minutos, uma pessoa comum estaria com tanta dor que estaria prestes a desmaiar. “Mas até agora a sua resposta metabólica está bastante baixa. Por enquanto, ficar aí não está sendo nenhum problema pra você”, brincou Oksa. Nessa etapa, Win se concentrou para acessar seu termostato interno e fez o que só ele consegue fazer: se aquecer. Sua temperatura corporal chegou a 37.2 graus, cerca de 0,3 graus a mais do que quando entrou na água. “Você tem uma ótima adaptação”, disse o doutor.

Depois de 15 minutos, a maioria das pessoas estaria tremendo tremendamente, e com dificuldades para pensar. E falar seria quase impossível. Mas Win começa a conversar. – Dr. Oksa, me fale quais são seus hobbies?. Depois de 25 minutos uma pessoa comum estaria inconsciente. Ela não estaria mais tremendo e estaria parecendo morta. Mas Win não sentia dor, apenas um pouco de formigamento. Nada de dormência, e apenas tremendo um pouco. A temperatura baixou para 36,5 graus. Então o dr. Oksa parou o teste.

Depois de incríveis 25 minutos de exposição, Win provou a extensão de seu super poder. Ele consegue controlar sua temperatura corporal . Sua resposta metabólica é muito boa e ele tem a capacidade de produzir calor com muita eficiência. O Dr. Oksa admitiu que essa corrida que seria suicídio para uma pessoa normal, Win poderia tirar de letra. “Win tem grande chance de conseguir. Eu acho que vai dar tudo certo”, disse.

Finalmente em Lepland (Lapônia), a 200 km ao norte do círculo Polar Ártico. Poucos lugares são tão gélidos e inóspitos. Temperatura a 26 graus negativos no mês de janeiro. Paisagem desértica. Win se concentra para estabelecer um Record mundial. Ele queria  ser o primeiro homem a correr meia maratona descalço sobre o gelo e a neve. São 22 km de loucura. E ele reconhece: “Você pode até dizer que o que eu faço é flutuar para a morte. E quem acha que isso é loucura, está completamente certo”. (Também acho).

Em dois minutos de corrida ele percorreu meio quilometro e a temperatura estava 14 graus negativos. Depois de correr 15 minutos na neve, uma pessoa comum não conseguiria suportar a dor nos pés. Depois de 20 minutos, o efeito do gelo no sistema neuromuscular faria com que a pessoa não conseguisse ficar em pé.

E depois de uma hora, uma pessoa comum ficaria inconsciente. Depois de 7 km, Win começou a perder a corrida para o tempo. Talvez seus super-poderes tenham um limite. Sua habilidade de controlar a temperatura corporal talvez não seja suficiente para evitar que seus pés sofram a ação do frio. Win ainda tem que correr quatro quilômetros. Seu pé, duro e muito branco. A enfermeira disse que estava muito feio e que não poderia garantir nem prometer nada. – Tem certeza que quer continuar? – Tenho, claro, vou terminar. Você quem sabe, Win. A decisão é sua. Mas eu não garanto nada. Tá pronto pra assumir esse risco? – Estou. Fui.

Win percorreu 15 km em uma hora e 45 minutos, 16 graus negativos. E não é que o homem correu descalço sobre o gelo há mais de uma hora, sem queimadura ou lesões. Sem hipotermia e nem sentia dor. Ele realmente tem o poder de viver no frio suportando temperaturas baixas que custariam a vida de outros. Ele resiste fazendo com que seu corpo se aqueça. 21 km, 200 m. 2h10 minutos, 18 graus negativos.

Faltando menos de um quilômetros para Win Hof concluir a meia maratona no círculo polar ártico, ele avistou a linha de chegada e gritou: – Eu vou conseguir! É a medalha de ouro. Sol. Sol. Sol. Haha.

Win Hof estabeleceu um Record mundial. Ele é o primeiro homem da história a correr descalço meia maratona sobre o gelo. – No fim o sol surgiu e bateu direto nos meus olhos como uma medalha de ouro. Olha lá. (e a vista do sol era linda mesmo, amarela como o ouro entre umas montanhas) Aquela é a medalha de ouro. É. Uau!

Que história! Como algumas pessoas têm determinação para fazer coisas assim, que para mim são tão sem sentido! E que incrível essa capacidade de não morrer! Será que ele é um mutante?

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