Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘jornalismo’

Como faltei à última aula de português, recorri à fiel amiga Evelyn para me passar as tarefas para entregar. Depois de uma confusa explicação sobre dialoguismo, polifonia e intertextualidade, por telefone, ela me passou um link com um texto “Canção do Exílio”, e outro com um outro texto que fala que o universo não é ideia minha – e tal. Detalhes à parte, o fato é que eu entendi que o tal texto sobre a ideia era um modelo, e que era para pegar qualquer texto e escrever algo com intertextualidade sobre aquilo.

Pegue a letra da canção “Coração de Estudante”…  perdi 2 décimos por conta de ser o texto errado, mas o resultado ficou bom. A Juliana leu e fez um Rap… e a professora disse pra gente guardar aquela letra pra fazer um Rap na formatura, pois ficou muito bom. A galera elogiou, disse que escrevo muito bem … e eu fiquei contente.

Valeu Evelyn, não fosse o equívoco, jamais teria escrito essa letra! E, cá entre nós, ficou bem melhor do que ficaria a proposta inicial de que algo não é ideia minha, mas a minha ideia desse algo que é ideia minha. hahah

Segue link com a letra que escrevi: Coração de Estudante

Anúncios

Read Full Post »

Portal Imprensa:  O diploma, os monges e o gato

Já dei aulas para mais de mil alunos. Uma de minhas ex-alunas é a moça do tempo. Ela proclama todos os dias se eu preciso ou não levar um guarda-chuva ao trabalho ou se vai ter sol. Bonita, a moça do tempo fala também em frentes frias, no vento polar e efeito estufa. Essa moça do tempo, eu nunca me esqueço, uma vez me entregou um trabalho de 25 páginas plagiado da internet. Seu método de pesquisa foi o Ctrl c + Ctrl v. Levou zero, chorou, reclamou. Hoje ela me informa se vai chover ou não. Eu nunca acredito.

Portal Imprensa: Carta aos jornalistas com diploma

Mas também deveríamos estrilar quando jornalistas com diploma usam o ofício para alcançar fama, poder e privilégios. Ou quando jornalistas incompetentes são utilizados pelas empresas para qual trabalham em negócios editoriais mal explicados. Atentem que isso não se relaciona ao diploma. Isso tem a ver com caráter. Eu não tive aulas de caráter na faculdade. Eu tive aulas de caráter ao pé de um túmulo e, sobretudo, com meu pai, nas lições de astronomia, geologia e zootecnia que me deu.

O Lago: Jornalistas diplomados e carteiras profissionais

Depois desta decisão as universidades terão que ser mais competitivas e fornecer os melhores cursos, assegurando que os seus graduados são os melhores que podem haver; e os jornalistas com diploma terão que ter orgulho nele, são profissionais certificados. A questão real é: quem vai definir o padrão exigido para o bom jornalismo?

Mobile Multitude:  Como o Twitter pode fazer história no dia em que todos se tornam jornalistas

A Comunicação e o jornalismo são importantes demais para serem ‘exclusivas’ de um grupo de ‘profissionais’.

Webmariano: O fim do diploma e o começo de outro jornalismo

No quesito categoria profissional, o fim do diploma também traz consigo a oportunidade histórica de, finalmente, reunir os jornalistas numa categoria de verdade.

Vanguarda:  O que altera na vida das empresas, ou do jornalista?

1ª – à época de O Estado do ParáA Província do Pará Folha do Norte, em sua maioria os jornalistas eram escritores, poetas, contistas, sem formação superior, no máximo, alguns exerciam o magistério como professores de curso primário ou técnico. Eram muito bons jornalistas…

Observatório da Imprensa: Desregulamentação abre desafio de reorganização

Se usarmos a argumentação anarquista sobre caos para tentar propor alternativas (e entender) ao processo de desregulamentação da profissão de jornalista, cujo tiro de misericórdia foi dado há algumas semanas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), poderemos enxergar um pouco além do momento de desordem e desencanto por que passamos todos que investimos nas academias universitárias como locus de legitimação de um saber e de aprendizado de uma práxis para o exercício profissional em jornalismo.

Observatório da Imprensa: A gente não quer só comida…

Em contrapartida, muitos profissionais estão recorrendo à faculdade para aprimorar e expandir seu conhecimento, ainda que já atuassem como “jornalistas”. Com canudo ou sem canudo, sempre há de existir bons e ruins profissionais.

Observatório da Imprensa: O jornalismo pós-moderno e o time dos sem-canudo

Já tive a oportunidade de ter trabalhado com jornalistas de carreira esculpidos na rudeza da prática diária. Aprendi muito com eles, respeito-os muito e lhes agradeço das profundezas do meu coração (para não cair no lugar-comum) pelos ensinamentos, dicas e orientações. Um deles tinha apenas o curso primário e outro o segundo grau. No que pese a falta do canudo, eram profissionais fantásticos com grande conhecimento jornalístico e do idioma pátrio. Acredito que deveriam ser mesmo vocacionados para esta carreira, por sinal, muitas vezes ingrata e ilógica. Por outro lado, deparei-me com alunos veteranos de Jornalismo que além de não saber o mínimo necessário para escrever sequer uma simples nota, não queriam aprender, estavam em busca apenas do diproma e tenho absoluta certeza que hoje, mesmo sendo bacharéis ou baixarias em jornalismo, nunca serão jornalistas de fato, com a graça de Deus.

Dia de Ana: “Just call my name and ill be there

… mas não dá pra ser jornalista só porque você é curioso e gosta de escrever. Mais que isso, é importante que o jornalista saiba apurar uma situação e convertê-la em notícia, mesmo que não tenha conhecimento do fato ou da situação antes de vivenciá-la. Um bom jornalista é o cara que está num evento de arquitetura, mas consegue visualizar algo de política, e se vira para conseguir a melhor informação.

Jornal Correio dos Lagos: Uniube deixa de oferecer curso de Jornalismo

“Não tem cabimento, na era da informação, abrir mão da formação superior. Vejo essa crise como um momento fértil para que façamos mudanças que correspondam a essas necessidades. O curso precisa, mais do que nunca, deixar clara a diferença entre um profissional formado e um que não seja. A qualificação deve ficar mais explícita, de modo que a competência fique, de fato, inquestionável”, conclui André Azevedo da Fonseca, diretor do curso de Comunicação Social da (Uniube).

Brasil e Desenvolvimento:  Lei de Imprensa e exigência do diploma de jornalismo. Quem ganha e quem perde

Tenho certeza que, diante de filas e mais filas de jornalistas recém-formados á sua disposição, as empresas de comunicação jamais contratarão profissionais sem diploma universitário. Não seria lógico fazê-lo. Pouca coisa deve mudar na prática. Nenhum semi-analfabeto vai, a partir de agora, escrever o jornal que você lê.

O nosso diploma tem melhorado a qualidade da informação? Não tenho tanta certeza. Os melhores jornalistas que eu conheço não têm diploma. Em países como EUA, França, Itália e Alemanha não há obrigatoriedade e não acho que o jornalismo desses países seja pior do que o nosso. A defesa do diploma é corporativa e não encara de frente as reais conseqüências da queda ou manutenção da obrigatoriedade para a sociedade como um todo.  Sugiro ao nobres colegas, que tanto gostam de serem lembrados como defensores da sociedade, que pensem a situação para alem de seus salários.

Comunique-se: Opinião do MEC

E agora as faculdades de jornalismo terão que investir no ensino para se diferenciar no mercado e atrair estudantes.

A Cozinha do Gilmar: O diploma ainda conta

“O mercado seleciona naturalmente os melhores profissionais, sejam eles diplomados ou não”, avalia o professor Roberto Bigonha, diretor de regulamentação da profissão de TI da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). …

…O mercado, segundo ele, escolhe os profissionais de acordo com as necessidades de cada atividade. E dá um exemplo trivial: para construir um muro não é necessário um engenheiro. Mas para fazer uma casa, sim.

Read Full Post »