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Posts Tagged ‘vida’

A vida que está em suas mãos é um espelho de seus pensamentos. Se você ama, a vida lhe dá o brilho do amor de volta. Se você esquece de ser feliz, a felicidade deixa de refletir em você. Então, o que você vai fazer quanto ao que vê no espelho? Molde-se. Mexa-se. Aconteça. Não espere que alguém resolva os seus problemas, pois nenhuma mão é tão boa quanto a que está no final do teu próprio braço.

Reflita todas as manhãs sobre os teus objetivos e seja a mudança que você deseja ver no mundo! Assuma o leme da sua vida e não espere que os outros lhe digam qual o caminho. Encontre o seu caminho. Informe-se. Só existe vento favorável para o barco que sabe aonde vai. Como diz a canção, quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Aprenda a fazer você mesmo. Seja primeiro independente para depois saber ser interdependente no círculo de pessoas que somam.

Vencedores criam condições para que algo bom aconteça! E esse momento é agora, pois é a única coisa que realmente nos pertence. Ontem já se foi, amanhã pode não existir. Seus pensamentos de ontem estão refletidos em suas ações de hoje. E amanhã? O que será do amanhã? Cabe a você decidir. Se não faz ideia, invente uma com toda a sua capacidade criativa. Não é criativo? Não tem problema. Inspire-se em quem é, e adapte para suas possibilidades.

Toda longa jornada começa com o primeiro passo. Toda história começa com a primeira linha, a primeira cena. Só não fique feito barquinho à deriva. Não seja indiferente com você mesmo. Não seja o assassino da sua própria felicidade. Não cometa suicídio estando em vida. Vida? Viver é muito mais do que simplesmente sobreviver – você não acha? Então, o que está esperando?

Espelho, espelho meu!

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Nada pode ser mais ensurdecedor do que o silêncio quando a alma precisa de uma só palavra.

Nada pode ser mais silencioso do que uma porção de palavras na hora errada.

Nada pode ser mais barulhento do que aquele olhar cheio de emoção, ternura, carinho, desejo.

Nada pode ser mais eloquente do que o sorriso caloroso que põe fim à insegurança.

Nenhuma música tem tanta harmonia quanto o ritmo que toca o coração da pessoa que ganha o abraço que preenche aquele vazio no peito.

Nenhuma partitura é tão perfeita quanto a melodia e o ritmo de um beijo na boca, cheio de paixão.

Nenhuma ausência é tão profunda quanto a demonstrada pelo toque de um tapa na cara.

Nenhuma presença é tão forte quanto a da saudade.

Nenhum pensamento é tão consciente quanto o número de telefone digitado errado, sem perceber – justamente para aquela pessoa com quem não se quer mais falar.

Nenhum nome é tão lembrado como aquele que se deseja esquecer que se conheceu um dia.

Nada é tão forte quanto a fraqueza.

Nada é tão fraco quanto a força descontrolada.

Nada é tão certo quanto o que não foi planejado.

Nada é tão incerto quanto um plano.

Nenhum querer é tão verdadeiro quanto o não querer.

Nenhum desejo é tão indesejado quanto o querer querer.

Nenhum fracasso é tão vitorioso quanto o da inveja.

Nenhuma vitória é tão fracassada quanto o fim de um romance.

Nenhum encontro é tão desencontrado quanto aquele amor sem explicação que não tem como acontecer.

Nenhum desencontro é tão combinado quanto o telefone que toca bem na hora que você vai ligar para alguém, atende com raiva, e do outro lado da linha está justamente aquela pessoa pra quem você iria telefonar.

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Não me importa o que você faz para sobreviver. Quero saber qual a sua dor e se você tem coragem de encontrar o que o seu coração anseia.

Não me importa saber a sua idade. Quero saber se você se arriscaria parecer como um louco por amor, pelos seus sonhos, pela aventura de estar vivo.

Não me importa saber quais planetas estão quadrando sua lua. Quero saber se você tocou o âmago de sua tristeza, se as traições da vida lhe ensinaram, ou se omitiu por medo de sofrer. Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se mexer para escondê-las, diluí-las ou fixá-las. Quero saber se você pode conviver com alegria, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo até o limite sem lembrar de suas limitações de ser humano.

Não me importa se a estória que você me conta é verdadeira. Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro para si mesmo, se pode suportar a acusação da traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser fiel e consequentemente fidedigno. Quero saber se você pode enxergar a beleza mesmo que não sejam bonitos todos os dias, e se pode perceber na sua vida a presença de Deus. Quero saber se você pode viver com as falhas, suas e minhas, e ainda estar de pé na beira do lago e gritar para o prateado da lua cheia… “Sim”!

Não me importa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de pesar e desespero, exausto, e fazer o que tem de fazer para as crianças.

Não me importa saber quem você é, ou como veio parar aqui. Quero saber se você estará ao meu lado no centro do fogo sem recuar.

Não me importa saber onde, o que, ou com quem você estudou. Quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba. Quero saber se você pode estar só consigo mesmo e se verdadeiramente gosta da companhia que carrega em seus momentos vazios.

(Autor desconhecido)

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Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive. Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?

A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

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